[Romance – O Crepúsculo do Dragão] Pulsação Narrativa!

Era oito do oito de 2008. Jorge Arthur Mohammed sentiu um cansaço e tremedeira nas mãos. À medida que as afastava do teclado, mais tremia e a vista embaçava.

Foi parar na emergência do Hospital das Forças Armadas (HFA). Fez a ficha e aguardou a vez de ser atendido. A porta do consultório se abriu e um senhor de barbas brancas e olhos azuis convidou-o a entrar. Por que a gente sempre tem a impressão que já conhece as pessoas?

O médico questionou os motivos da visita. O agente da Unidade de Crimes Tecnológicos (Technology Crime Unit – TCU) falou sobre as câimbras, sede em excesso e incontinência urinária. O médico pegou o esfigmomanómetro e disse:

– Há muita pressão. Isso é Pulsação Narrativa. Você precisa escrever meu filho!

– Pulsa… o quê? Gaguejou, atropelando as palavras. Ele devia estar brincando, pensou.

E estava mesmo. Sorriu, pegou o polegar direito de Jorge Arthur e espetou uma espécie de caneta com agulhas. O sangue apareceu de forma tímida. Foi o suficiente para inseri-lo num pequeno equipamento digital.

– E além disso, está com a glicose muito alta, diagnosticou o médico.

Sentou-se e começou a rabiscar. Parecia estar prescrevendo uma receita ou um atestado médico. Entregou os dois papeis e o profissional dos bytes sem enxergar muito bem devido à cirurgia nos olhos (lasik) recente, pegou e saiu.

Entrou na farmácia para aviar as duas receitas. A moça olhou e devolveu uma. Disse que não vendia ali. Notou um olhar meio desconfiado, como a esconder uma risada incontida. Jorge Arthur guardou a caixa de Cloridato de Metformina (genérico para Glifage XR500) e se dirigiu a outra farmácia.

Entregou a outra receita, muito maior e com mais itens. A moça riu e disse-lhe:

– Senhor, não vendemos livros aqui!

Retornou para casa e com uma lupa de grande ampliação leu: Continue lendo

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[Entrevista] Por dentro da mente de Leonardo da Vinci

A versão final deste trabalho levou cerca de 24 meses para ser concluída. Custou uma pequena fortuna entre livros e viagens. O equivalente ao valor de um laptop de última geração. Incentivado pelo amigo e mentor literário Vicente Alves, tive a coragem de publicá-lo. Presto também uma homenagem à Universidade Católica de Brasília que me recebeu em seu corpo discente entre 2005 e 2010. Escrevendo para jornais e revistas desde 1999, foi um desafio retornar aos bancos acadêmicos e descobrir que nada sabia.

Meu ofício de “foca-aprendiz-de-jornalista” devo aos mestres pelos tijolinhos em forma de disciplinas que construiram minha fortaleza profissional: Lindalva Patrício, Alex da Silveira, Luiz Claudio, Luiza Mônica, Elias Rodrigues, Janara Kalil, Bernadete Brasiliense, Rafiza Varão, Florence Dravet, Liliana Ribeiro, Liliane Machado, João Curvelo, Ana Beatriz, Newton Scheufler, Aylê Salassiê, Sérgio de Sá e a todos os meus colegas do curso de Bacharelado em Comunicação Social (Jornalismo).

A entrevista passou a compor o Programa “Quem me ensina a trabalhar?” desenvolvido de 2004 a 2007 quando fui coordenador de estágio em Tecnologia da Informação e Comunicação no Tribunal de Contas da União (TCU). Neste período entrevistei e selecionei dezenas de estagiário(a)s, estudantes de cursos superiores, tais como Engenharia de Redes de Comunicação, Ciência da Computação, Engenharia de Software, Sistemas de Informação, etc.

Com a palestra “Estagiário, sim. Estagnário, não!” pude também orientar (com a ajuda do “Léo da Vinci”) os futuros candidatos aos processos de inserção no mercado de trabalho. [Baixe aqui a entrevista em formato PDF]

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Kemel, Kemmel, Kuemel, Quênio, Kêmio, Kenel, Keneo…


Vou codificar para você no Alfabeto Zulu. Ele é usado na aeronáutica brasileira. Escreve aê:

Quebec União Eco Mike Eco Lima

QUEMEL. Soletra aê, por favor!

Em morse (código usado pela Marinha): –.- ..- — . — . .-.. Fácil, não!

O mais difícil é con(vencer) os operadores de call center a escreverem meu nome correto. Certa vez passei raiva com um atendente, cujo nome lembrava aquele ser mitológico que teve as asas derretidas por voar próximo ao Sol.

Meu martírio começou às 12h25 (tudo devidamente gravado e documentado) pelo protocolo nº 92383073. O sr. “voador” é um dos milhares de brasileiros que adentram as portas do mercado de trabalho por intermédio do 1º emprego em Help Desk. Na mitologia tenta fugir da ilha de Creta (precarização do trabalho), mas é convencido a acreditar que ao sair não conseguirá coisa melhor.

Obrigados a trabalharem em condições adversas e com scripts pré-programados, são os infoproletários modernos. O caso mais assombroso aconteceu nas plagas do pequi. Lá, o Ministério Público do Trabalho aplicou uma multa de R$ 1 milhão à empresa que proibia os opera dores (desculpe-me pelo trocadilho infâme) de irem ao banheiro. Resultado: nas seis horas que ficavam sentando, os atendendes faziam xixi nas calças e saias, respectivamente.

Para não perderem o emprego (e salário miserável de R$ 628) muitas atendentes resolveram de forma inusitada o problema: usavam fraldas geriátricas. Foi quando a Procuradoria Regional do Trabalho da 18ª Região resolveu acabar com a farra. Fique Atento com esse tipo de trabalho!

Às 12h40 o operador mitológico descobriu o porquê do meu acesso negado à banda larga: o nick cadastrado era “kemel”, mas eu repeti:

Quebec União Eco Mike Eco Lima

QUEMEL. Soletra aê, por favor!

O resultado do diálogo foi surpreendente: o “ser mitológico” quis me con(vencer) que não haveria problema algum e ter um nick “kemel”, para ele, um mero detalhe técnico, pois o que importava era a autenticação “kemel@terra.com.br”.

Não acreditei no que estava ouvindo (e gravando), mas continuei dando a corda para o enforcamento. Tudo isso com a conivência do supervisor que ouvia tudo calado e ainda ratificava as sandices do operador.

O resultado? Às 16h fui ouvir outras gravações do provedor UOL. Lá, pelos menos o atendente escreveu certo:

Quebec União Eco Mike Eco Lima

QUEMEL. Soletra aê, por favor!

Éder fez um golaço. Conseguiu cadastrar meu nick/login logo na 1ª vez. O operador do UOL fez igual ao jogador de mesmo nome, cujos chutes na copa de 1982 ficaram conhecidos como canhões ou “Patada Atômica”. Eder, o outro, espancou o fantasma do “analfabestismo” digital.

Quanto ao outro operador, tive que cortar as “asas” do sem-noção. Pensava ele poder voar sem limites. Como na mitologia, se tivesse escutado os conselhos do pai (Dédalo) não teria se esborrachado num embate com um consumidor cidadão. Na lenda se esborrachou com o Sol.

Iberê Camargo, o artista brasileiro de renome internacional costumava dizer: “O brasileiro tem alma de escravo. Aquele que luta pelos seus direitos no Brasil é considerado um criador de caso”. Sou!

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Revista Mente & Cérebro – O mito da autoestima

O mito da autoestima Armadilhas da autoestima

por Jennifer Crocker (professora de psicologia da Universidade do Estado de Ohio) e Jessica J. Carnevale (doutoranda em psicologia na mesma universidade).

Ao contrário do que costumamos ouvir, o caminho mais eficaz para desenvolver e preservar a autovalorização pode ser pensar mais nos outros.

Condicionar o sucesso de nossos projetos à confiança em si mesmo podem trazer mais problemas que benefícios.

Na contramão da literatura de autoajuda e dos pressupostos propagados pela mídia, em especial o mercado publicitário, o caminho mais eficaz para desenvolver e preservar a autovalorização parece ser pensar menos em si e mais nos outros. Estranho? Nem tanto…
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Comentário do QUEMEL: Muito interessante a abordagem das cientistas da Universidade do Estado de Ohio, pois corrobora com o sentimento de doação e amor ao próximo. É inédita a partir do momento em vai ao encontro de uma situação cotidiana. Lembra quando a comissária de bordo inicia a apresentação dos procedimentos de segurança em aviões? Informa que em caso de despressurização da cabine, máscaras de oxigênio cairão automaticamente do teto. E recomenda que primeiro a máscara seja ajustada em você e somente depois quem estiver ao seu lado, seja criança, gestante ou idoso. Pode parecer egoísmo, mas trata-se de cumprir as máximas do Cristo quando disse: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo”.

Jesus Cristo não disse que deveríamos amar as pessoas mais e nem menos. Disse: tanto quanto.

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[Livro] Decifradores de Códigos

Uma outra guerra, silenciosa e terrivelmente tensa, correu paralela à Segunda Guerra Mundial. Foi a guerra da espionagem e das comunicações, quando o sucesso muitas vezes dependia da captura de informações secretas e muito bem protegidas.

Mensagens escritas transmitidas clandestinamente, sinais, códigos praticamente impossíveis de serem desvendados ou meses de escuta das transmissões de rádio – nesse mundo subterrâneo, alvo de sabotagens de toda ordem, os operadores lutavam para obter um conhecimento vital dos planos do inimigo e, com eles, abastecer os comandantes militares e agentes secretos em todo o mundo, desesperados para se infiltrarem nas linhas inimigas.

Com relatos empolgantes, de tirar o fôlego, e uma pesquisa histórica reveladora, Decifradores de Códigos revela e celebra os feitos extraordinários de homens e mulheres comuns que foram, eles também, verdadeiros heróis de guerra. Confira a história de heróis anônimos que sempre operaram no silêncio!
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Comentário do QUEMEL. Se os integrantes do anonimato tivessem usado o “Pombo NET” não teriam sido interceptados. Se nem o Dick Vigarista conseguiu pegar o pombo-correio Doodle, imagina se alguém usuaria uma tecnologia de comunicação tão antiga, mas segura.

Se até aquela caderneta que você esconde debaixo do colchão contendo todas as suas senhas de um paraiso fiscal foi descoberto pela diarista Marinete e vendido por milhares de dolares, o único lugar seguro para guardar segredo será a nossa mente. Até quando, seria a próxima fronteira.

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[Para decifrar] Kraftwerk – Numbers: Codex -> Steganografia

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[Livro] O Livro dos Códigos

Autor do bestseller “O último teorema de Fermat”, Simon Singh apresenta a história da arte de escrever segredos desde o Antigo Egito.

Narra, também, a luta entre criadores e decifradores de códigos, começando quinhentos anos antes de Cristo e chegando até hoje, quando a criptografia é usada na Internet.
Este livro traça o fascinante desenvolvimento da criptografia desde a espionagem militar na Grécia antiga às modernas cifras de computador, revelando como a notável ciência da criptografia modificou o curso da história.

Além de claras demonstrações matemáticas, linguísticas e tecnológicas de vários tipos de códigos, traz ilustrações das personalidades que estavam por trás deles – heróis e vilões.

Leitura obrigatória para estudantes de jornalismo e profissionais da mídia. Indispensável para se “descriptografar” a guerra de informações publicada em forma de reportagens, citações e artigos. O livro é um verdadeiro guia de como não se transformar num “inocente útil”.

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O soldado que piscou em Código Morse a palavra “tortura”

Em 18 de julho de 1965, o oficial estadunidense Jeremiah Andrew Denton Jr. participava de uma missão de bombardeio no Vietnã quando seu avião foi derrubado.

Ele e seu copiloto, Bill Tschudy, foram capturados.

Levados a um campo de prisioneiros de guerra nos arredores de Hanói, passaram a sofrer maus tratos e confinamento.

Em 1966, Denton se viu obrigado a dar uma entrevista para a televisão vietnamita. Foi, então, quando ele, engenhosamente, conseguiu passar aos serviços de inteligência dos Estados Unidos a informação de que ele e outros prisioneiros de guerra estavam sendo submetidos a torturas.

Enquanto respondia as perguntas, Denton, simulando sensibilidade à iluminação, por diversas vezes piscou em Código Morse a palavra T-O-R-T-U-R-E (tortura).
T _
O _ _ _
R . _ .
T _
U . . _
E .
Transmitida pela televisão estadunidense, em 17 de maio de 1966, a entrevista foi a primeira confirmação de que os prisioneiros de guerra estavam sendo torturados no Vietnã.

Abaixo o vídeo com um trecho da entrevista em que se vê como Denton passou a sua informação

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[InsTrUTOR] Plano de aula de informática

Quando comecei a ministrar aulas de informática pensei que poderia usar os mesmos métodos para diferentes públicos. A aula que ministrava para adolescentes não se adaptava para os adultos, que por sua vez nem chegava a motivar idosos. Tive que aperfeiçoar os objetivos instrucionais.

Foi quando me socorri do método de alfabetização de adultos do educador Paulo Freire. A partir daí, as aulas começaram a atingir seus objetivos. Ao adaptar os objetivos instrucionais com o método do grande educador é que as aulas de introdução à informática tornaram-se sessões de divertimento. Nunca mais abandonei a estratégia, fosse aula de banco de dados ou economia de serviços.

Ainda lembro da aula que ministrei sobre os componentes do computador. Editei um jornalzinho e publiquei nos classificados a venda de dois computadores de configurações diferentes. Solicitei que a turma escolhesse o melhor computador. O que eu planejara meticulosamente, acontera de fato: eles escolheram o PC on board como se fosse o melhor. Continue lendo

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O futuro do estágio: você está preparado(a)?

“Poucas pessoas sabem onde é o seu lugar, que espécie de temperamento e de pessoa realmente são. Poucas se perguntam: “Será que eu trabalho bem com as pessoas ou sou um solitário?”, “Quais são os meus valores?”, “Qual é o meu objetivo?”, “Onde é o meu lugar?”, “Qual a minha contribuição?”

E isso, como eu já disse, não tem precedentes. Os grandes realizadores sempre se fizeram essas perguntas. Leonardo da Vinci tinha um caderno cheio de perguntas que fazia a si próprio.

Os super-realizadores sempre souberam quando deviam dizer “não”. E sempre sabiam qual o seu objetivo e onde deviam se situar. Foi isso que os tornou super-realizadores. E agora todos nós temos de aprender a fazer a mesma coisa.

O que não é muito difícil, pois o segredo – como Leonardo fazia – é tomar notas e depois conferir o que se escreveu. Cada vez que se realiza algo importante, deve-se escrever o que se espera que aconteça. “Quais são os resultados dessa decisão?” E você, está se preparando? [Saiba mais – Formato PDF]
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(Comentário do QUEMEL: quem conseguir ler o texto até o fim, poderá ter excelente surpresa. Tipo: como-obter-experiência-profissional-sem-nunca-ter-tido-um-emprego-formal.)

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Estratégia de contrainteligência é tudo!

Um velho vivia sozinho em Belém do Pará. Ele queria cavar seu jardim, mas era um trabalho muito pesado. Seu único filho, que normalmente o ajudava, estava na penintenciária de Americana. O velho então escreveu a seguinte carta ao filho, reclamando de seu problema:

“Querido Filho, estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo porque sua mãe sempre adorava a época do plantio depois do inverno.

Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar com o jardim, pois está na prisão. Com amor, Papai.”

Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama:

“Pelo Amor de Deus, papai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos”.

Às seis da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes da policia civil, federal e policiais militares apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo.

Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.
Esta foi a resposta:

“Pode plantar seu jardim agora, papai. Isso é o máximo que eu posso fazer no momento.”

Estratégia de contrainteligência é tudo para um técnico em informática, instrutor, professor, administrador, psicólogo, assistente social, consultor, jornalista, etc, etc e etc…

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[insTrUTOR] Envio manual de e-mail no Outlook 2016

Quemel insTrUTOR corporativo O curso é sobre gerenciamento de informações e atividades. Em 40 horas aprendemos a controlar agendas, compromissos, eventos, tarefas e a administrar melhor nosso tempo.

Iniciamos o semestre utilizando o material didático do Outlook 2007 e fomos surpreendidos pela migração para o Outlook 2016.

O que fazer? Não tivemos problemas, pois não importa qual software se utiliza. O mais importante é aprender a filosofia do aplicativo. Continue lendo

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Alma gêmea

Coração_da_Moça* Por Emmanuel

Alma gêmea da minha alma,
Flor de luz de minha vida
Sublime estrela caída
Das belezas da amplidão.

Quando eu errava no mundo…
Triste e só, no meu caminho
Chegaste, devagarinho,
E encheste-me o coração.

Vinhas na benção das flores
Da divina claridade,
Tecer-me a felicidade
Em sorrisos de esplendor!

És meu tesouro infinito.
Juro-te eterna aliança
Porque sou tua esperança,
Como és todo meu amor!

Alma gêmea de minha alma
Se eu te perder algum dia…
Serei tua eterna agonia,
Da saudade nos seus véus…

Se um dia me abandonares
Luz eterna dos meus amores,
Hei de esperar-te, entre as flores
Da claridade dos céus.

* Essa é a poesia do senador Públio Lêntulus Cornelius, escrita quando ainda era um jovem, na encarnação que viveu na Roma antiga, dedicada a Lívia, com quem se casou. Essa história encontra-se no livro “Há dois mil anos” (Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira).

Ouça a música Alma Gêmea com o Coral Irmã Scheilla no player abaixo:

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ESE/Cap 28/Coletânea de preces espíritas/Por um suicida

Resgate por amor - Jesus ajudando um suicida VI – Por Um Suicida

71 – Prefácio – O homem não tem jamais o direito de dispor da sua própria vida, pois só a Deus compete tirá-lo do cativeiro terreno, quando o julgar oportuno. Apesar disso, a justiça divina pode abrandar o seu rigor, em virtude de certas circunstâncias, reservando, porém, toda a sua severidade para aquele que quis furtar-se às provas da existência. O suicida assemelha-se ao prisioneiro que escapa da prisão antes de cumprir a sua pena, e que ao ser preso de novo será tratado com mais severidade. Assim acontece, pois com o suicida, que pensa escapar às misérias presentes e mergulha em maiores desgraças. (Cap. V, nº 14 e segs.)

72 – Prece – Sabemos qual a sorte que espera os que violam a vossa lei, Senhor, para abreviar voluntariamente os seus dias! Mas sabemos também que a vossa misericórdia é infinita. Estendei-a sobre o Espírito de Fulano, Senhor! E possam as nossas preces e a vossa comiseração abrandar as amarguras dos sofrimentos que suporta, por não ter tido a coragem de esperar o fim das suas provas! Bons Espíritos, cuja missão é assistir os infelizes, tomai-o sob a vossa proteção; inspirai-lhe o remorso pela falta cometida, e que a vossa assistência lhe dê a força de enfrentar com mais resignação às novas provas que terá de sofrer, para repará-la. Afastai dele os maus Espíritos, que poderiam levá-lo novamente ao mal, prolongando os seus sofrimentos, ao fazê-lo perder o fruto das novas experiências. E a ti, cuja desgraça provoca as nossas preces, que possa a nossa comiseração adoçar a tua amargura, fazendo nascer em teu coração a esperança de um futuro melhor!. Esse futuro está nas vossas próprias mãos: confia na bondade de Deus, que espera sempre por todos os que se arrependem, e só é severo para os de coração empedernido.

Para ouvir a Prece por um suicida do cap. XVIII do Evangelho Segundo o Espiritismo, clique no Audio Player abaixo:

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

“[…] Enquanto não estivermos todos unidos aos corações que mais amamos não seremos completamente felizes. É por isso que, muitas vezes, quando os relógios apontam as seis horas da tarde, muitos de nós sentem suave melancolia, ou, dependendo do nosso problema, uma tristeza grande, porque essa é a hora em que Maria, mãe de Jesus, recolhe a súplica de todas as criaturas. É a hora em que até no Vale dos Suicidas o silêncio acontece. É a hora em que, no Hospital Maria de Nazaré, todos voltam o olhar para o chão, para implorar a proteção da mãe de Jesus ao seu recomeço”.
Fonte: Mayse Braga – Suicídio – Palestra realizada na Centro Espírita Recanto de Maria

Para ouvir a Ave Maria de Gounoud na voz de Beniamino Gigli, clique no Audio Player abaixo:

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Esquerda ou Direita, eis a questão!

esquerda_direita_cerebro Confesso, sempre gostei de fazer malvadezas que mais confundiam do que explicavam. O melhor período foi entre 1993 e 1997 quando cursei Serviço Social na Universidade de Brasília (UnB).

Além de ser praticamente o único homem do curso, predominantemente feito por mulheres (cuidado, feministas, não sou preconceituoso!) ainda tinha que aguentar os neoesquerdistas-jacobinos convertidos de última hora ao encontrarem o “céu” lendo o Capital de Karl Marx. Em sua grande maioria jovens de classe media alta e rebeldes “reaças”

Era muito divertido frequentar as aulas de sociologia ora sendo de direita, ora de esquerda. Não era difícil ser “encaixado” como “reaça”. Bastava olhar a bibliografia que desfilava pelo minhocão (ICC) debaixo do meu braço: Milton Friedman, Friedrich von Hayek, Francis Fukuyama etc. Mas o cúmulo foi ter lido e comprado um exemplar de Fernando Bresser Pereira que versava sobre reforma administrativa. Quando já estava totalmente imerso e com a pecha de “reaça”, trocava o espectro ideológico.

Mudava a bibliografia e ia participar das aulas no departamento de economia: Karl Marx com seu volumoso O Capital e Cadernos do Cárcere de Antonio Gramsci faziam a loucura dos novos intelectuais burgueses. E como num passe de mágica convertia-me de “reacionário” para neojacobino. Era divertido explorar a obtusidade das pessoas.

Longe de ser apenas uma diversão, era uma estratégia aconselhada pela professora Ilma Rezende do departamento de Serviço Social que dizia ser a leitura e estudo das ideias divergentes a melhor forma de desconstruí-las.

Por isso quando encontro alguém de “Esquerda” pergunto se já estudou obras de Milton Friedman, Friedrich von Hayek, Francis Fukuyama, Roberto Campos ou quando de “Direita” a mesma pergunta para obras de Karl Marx, Antonio Gramsci dentre outros. Dependendo da resposta logo é percebido trata-se de mais um obtuso perdido entre a direita bandida e a esquerda corrupta ou se preferirem entre a direita corrupta e a esquerda bandida…KKK*

* Fui acusado certa vez por um esquerdopata-neojacobino-cheguevarista de ser um “reaça” com minhas risadas no Facebook. O “idiota-após-graduado” afirmou que minha risada era uma “especial simpatia” pela Ku Klux Khan (KKK), movimento de extrema direita que “ex-terminava” negros. Acredite, a idiotice tem lado!

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A música no cérebro: o poder de cura.

violino Existirá melhor tratamento do que aquele que realmente funciona, só apresenta efeitos colaterais positivos e, além disso, pode representar um puro deleite? Esse é o “milagre da música”, quando aplicada com a intenção de cura

Por Steve Toll and Linda Bareham (*)

Está demonstrado que a música é capaz de ajudar a reorganizar o cérebro: um atributo vital para os que sofrem do mal de Alzheimer. Para pacientes de Alzheimer e de outras moléstias do gênero, após vinte minutos de música, como regra, já podem ser observadas respostas positivas como o canto, o acompanhamento rítmico com os pés, os aplausos com as mãos. Estudos mais recentes mostram que os resultados de uma sessão de musicoterapia perduram por muitas horas. Os resultados positivos incluem elevação do estado de espírito, incremento da sociabilidade e do apetite, e redução da agitação. Tais benefícios são atribuídos à estimulação que o cérebro recebe durante a sessão de musicoterapia. Foi esse “treinamento cognitivo” que nos inspirou, como musicoterapeutas, a cunhar a frase “O que o exercício físico representa para o corpo, a música representa para o cérebro”. O poder da música com frequência também inspira movimentos do corpo e pode ser usado para encorajar a prática de exercícios físicos moderados. Continue lendo

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[Livro] Simplesmente Bipolar, Darian Leader

arte_SimplesmenteBipolar.inddCom prosa simples e fluente, destinada tanto aos especialistas quanto ao público geral, o autor de O que é loucura? critica a generalização dos diagnósticos da bipolaridade.

Se o período pós-guerra foi chamado de “era da ansiedade”, e as décadas de 1980 e 1990 de “era dos antidepressivos”, vivemos agora em tempos bipolares. Medicamentos para estabilizar o humor são prescritos rotineiramente, sendo que as receitas para crianças aumentaram 400% na última década, enquanto os diagnósticos globais tiveram uma alta de 4.000%!

O que poderia explicar essa explosão da bipolaridade? Será um diagnóstico legítimo ou resultado do marketing das grandes empresas farmacêuticas? Darian Leader questiona a ascensão do “bipolar” como solução generalizada para problemas complexos e afirma que precisamos retomar uma compreensão mais profunda dos altos e baixos da mania e da depressão.

Com sua prosa fluente e descomplicada, o tarimbado psicanalista inglês apresenta o tema de forma que leigos e especialistas possam compreender a fundo a discussão proposta.
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Comentário do QUEMEL: Um livro apaixonante. A forma como o conteúdo é apresentado e os conceitos antes difícies são explorados com uma linguagem simples e clara. Você também irá se apaixonar pela abordagem do psicanalista Darian Leader.

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Salve Santo Isidoro de Sevilha, padroeiro dos internautas!

Santo Isidoro de Sevilha Hoje, 4 de abril comemora-se o dia do padroeiro dos usuários da Internet, Santo Isidoro de Sevilha.

Em março de 2000, o Serviço de Observação da Internet, sob a inspiração do Conselho Pontifício para a Comunicação Social, do Vaticano, resolveu apoiar o nome do santo para ser o patrono da Internet.

Santo Isidoro de Sevilha, foi indicado por ter escrito uma enciclopédia em 20 volumes, as “Etimologias”, que tratam de tudo que se conhecia em sua época (século VI), desde gramática até pássaros, de animais e medicina, de construção de estradas a moda e mobília, bem como meditações teológicas sobre a Divindade.

Ele descobriu também um sistema de pensamento, chamado de “flashes”, e ainda tido como coisa muito moderna. Seria o Google daquela época.

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Cartas a um jovem instrutor de informática: aula particular

Caro colega, salve!
você me agradece pelos conselhos que recebeu aqui nesse blog e aproveita para informar que sua nova ocupação como instrutor de informática corporativa segue em plena ascensão. Fico prá lá de satisfeito e ao mesmo tempo lisonjeado pelo novo pedido: como se tornar um instrutor particular

Fique tranquilo! Você como técnico em informática autodidata possui as melhores possibilidades para continuar nesse ofício e reune as habilidades necessárias de comunicação para o novo desafio. Mas, para tudo deve haver método & metodologia.

Quando comecei a ministrar aulas particulares de informática (personal trainner digital) em 1995 para crianças, jovens adolescentes, adultos e idosos, usava um método simples.

Consistia num modelo usado na 2ª guerra mundial que acelerava o treinamento de novos funcionários na industria de material bélico.

Era composto de três passos:

1º Eu faço, eu te explico.
2º Tu me explicas, eu faço.
3º Tu fazes, tu me explicas.

Desenvolvi algumas ideias sobrevivência para o instrutor particular de Informática. Na verdade uma (re) construçao do excelente livro Manual de Sobrevivência Para o Professor Particular [de Idiomas]. A partir de formulários do livro criei o LNTP (Levantamento de Necessidades de Treinamento Particular). Sugiro que você adquira um exemplar e também o reconstrua dentro de suas possibilidades e vivência profissional. Segue abaixo a sinopse do material.

SINOPSE. “As principais questões com as quais se defronta o professor particular de idiomas são abordadas por este livro de forma leve e bem humorada acompanhadas de sugestões das mais didáticas às mais práticas, para ajudar o cotidiano do professor. Sugestões de atividades, de correção e avaliação assim como de planejamento e acompanhamento e até mesmo dicas de como abordar o delicado tema do pagamento. Um instrumento de grande utilidade para o professor particular de idiomas”.

Abração e boa $orte,
Quemel

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[Livro] Os filhos do Governo

Sinopse. Um menor abandonado, criado em instituições públicas e que passou pela delinquência, ultrapassa excepcionalmente todas as barreiras. Forma-se em pedagogia e escreve um trabalho em que prova que o modelo estatal de assistência à infância em situação de risco, estabelecido pelo regime pós-64 (Febem-Funabem), constitui fator de reprodução da criminalidade.

O livro é resultado de um fenômeno social. Seguisse a rota normal da marginalidade, seu autor, Roberto da Silva, deveria estar preso, mendigando ou, muito provável, morto.

Partindo de sua experiência e ampliando a pesquisa para 370 histórias, Roberto da Silva desenvolve um estudo de altíssimo nível e de fundamental importância para a compreensão e a crítica das instituições e da sociedade brasileiras.
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Comentário do QUEMEL: Esse livro correspondeu a um mestrado se tivesse como tema o ECA – Estatuto da Criança e Adolescente. Em 1997 ao estagiar no Centro de Atendimento Juvenil Especializado (CAJE), ouvi de uma funcionária: “Henrique, desista disso aqui – bandido não dá voto”.

Tive a oportunidade de participar dos encontros de grupos, baseados em Carl Rogers e presenciar o atendimento ao adolescente G. (17 anos) que participou do episódio Índio Pataxó Galdino em 20 de abril de 1997.

Por causa de um dos meus textos, fui proibido de no semestre seguinte de estagiar no “calabouço” (abrigo dos sentenciados). Conheça o meu relatório de estágio.

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[Livro] Inclusao Digital e Empregabilidade

Sinopse – “Exclusão digital é termo duplamente nocivo. O cidadão – seja ele jovem ou adulto – excluído da sociedade já está à margem, sem direitos ou voz para exigi-los. É alguém desconsiderando quando da tomada de decisões, um mero figurante no palco da sociedade. Contudo, apesar dos inúmeros percalços, há possibilidades de inserção e recomeço. No entanto, quando se é um excluído digital, poucas são as portas que permanecem abertas. Um excluído digital é anacrônico, um profissional engessado em épocas passadas.

Numa era em que o futuro das mídias impressas e do livro como objetos físicos é colocado em debate, assim como a sobrevivência da indústria fonográfica ou mesmo o deslocamento de colaboradores para uma empresa física, desconhecer as vias digitais é colocar-se ao largo da história.

Conhecimentos básicos de programas elementares são um primeiro passo importante e necessário, mas deve-se considerar que, ao discutir inclusão digital, coloca-se em pauta temas de importância social que suplantam o mero “computador”.
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Comentário do QUEMEL: Se esse livro tivesse sido escrito em 1997, teria menos percalços quando tentei implantar um projeto de “Inclusão Digital no Centro de Atendimento Juvenil Especializado – CAJE (ver post Livro: Os Filhos do Governo) e esbarrei na falta de escolaridade dos participantes”. O livro mostra que grande parte dos excluídos digitalmente não consegue achar agências de emprego pela internet, simplesmente por que escreviam “agensias” no Google”.

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Oração e Atenção, por Emmanuel

Oraste, pediste. Desfaze-te, porém, de quaisquer inquietações e asserena- te para recolher as respostas da Divina Providência. Desnecessário aguardar demonstrações espetaculosas para que te certifiques quanto às indicações do Alto.

Qual ocorre ao Sol que não precisa descer ao campo para atender ao talo de erva que lhe roga calor, de vez que lhe basta, para isso, a mobilização dos próprios raios, Deus conta com milhões de mensageiros que Lhe executam os Excelsos Desígnios. Ora e pede. Em seguida, presta atenção. Algo virá por alguém ou por intermédio de alguma coisa, doando-te, na essência, as informações ou os avisos que solicites.

Em muitas circunstâncias, a advertência ou o conselho, a frase orientadora ou a palavra de bênção te alcançarão a alma, no verbo de um amigo, na página de um livro, numa nota singela de imprensa e até mesmo num simples cartaz que te cruze o caminho. Mais que isso. As respostas do Senhor, às tuas necessidades e petições, muitas vezes te buscam através dos próprios sentimentos a te subirem do coração ao cérebro ou dos próprios raciocínios e a descerem do cérebro ao coração. Deus responde sempre seja pelas vozes da estrada, pela pregação ou pelo esclarecimento da tua casa de fé, no diálogo com a pessoa que se te afigura providencial para a troca de confidências, nas palavras escritas, nas mensagens inarticuladas da natureza, nas emoções que te desabrocham da alma ou nas idéias imprevistas que te fulgem no pensamento, a te convidarem o espírito para a observância do Bem Eterno.

O próprio Jesus, o Mensageiro Divino por excelência, guiou-nos à procura do Amor Supremo, quando nos ensinou a suplicar: “Pai Nosso, que estás no Céus, santificado seja o Teu nome, venha a nós o Teu reino, seja feita Tua vontade, assim na Terra como nos Céus… E, dando ênfase ao problema da atenção, recomendou-nos escolher um lugar íntimo para o serviço da prece, enquanto Ele mesmo demandava a solidão para comungar com a Infinita Sabedoria. Recordemos o Divino Mestre e estejamos convencidos de que Deus nos atende constantemente; imprescindível, entretanto, fazer silêncio no mundo de nós mesmos, esquecendo exigências e desejos, não só para ouvirmos as respostas de Deus, mas também a fim de aceitá-las, reconhecendo que as respostas do Alto são sempre em nosso favor, conquanto, às vezes, de momento e em nossa visão limitada, pareçam contra nós.

Autor: Emmanuel
Psicografia de Chico Xavier

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M00A00 – Apresentação dos Participantes

e_consultorSão 10 aulas divididas em cinco módulos. Compreenda como começa a vida de um técnico em informática até virar um consultor doméstico em informática (CDINFO).

Em cada parte da oficina, além do conteúdo inédito, indicações e sorteio de livros.

A 16ª edição da oficina CDINFO é um evento aberto, gratuito e dinâmico e fará parte da Semanal Global de Empreendedorismo 2018. Participem, comentem, sugiram, critiquem!

Prezado(a) participante da 16ª Oficina de Formação de Consultores Domésticos de Informática, seja bem vindo e bem vinda. Leia primeiro as regras e veja se concorda com as condições. Use o espaço dos comentários para a apresentação pessoal. Evite ser genérico demais ao responder os cinco itens.

 ATENÇÃO, LEIA ANTES DE SE APRESENTAR

1. DAS REGRAS
1.1 Serão observadas as práticas de boas maneiras no Blog do QUEMEL no momento de sua inscrição.

1.2 O participante poderá postar em quaisquer aulas, independente da ordem apresentada.

 2. DO CURSO
2.1 Não haverá certificado de participação.

2.2 A metodologia usada será a comunicação assíncrona utilizando-se da filosofia do e-learning. Com leitura e análise de textos.

 3. DA AVALIAÇÃO
Os participantes não serão avaliados, mas aspectos como: capacidade de análise, decomposição, síntese e reconstrução de conceitos são desejáveis.

1. Nome completo:

2. Idade:

3. Profissão ou ocupação:

4. Experiência profissional:

5. Expectativas quanto à oficina:

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Quer combater crimes cibernéticos?

Ora, ora, depois do Mossad (המוסד למודיעין ולתפקידים מיוחדים), o serviço secreto israelense ter publicado em seu site uma seleção para agentes, chegou a vez do FBI, a polícia federal estadunidense.

O FBI está à cata de especialistas em computação. O salário inicial começa com US$ 56 mil dólares anuais e aumenta de acordo com a experiência e qualificação dos candidatos. Há ainda prêmios extras para os que possuírem “ misteriosas habilidades especiais”.

Para quem não quer quiser ir para a terra do Tio Sam é bom ficar de antenas ligadas. O concurso para Perito Criminal Federal – Área 3 – Computação Científica está prestes a sair. Com salário maior do que o FBI (R$ 9.3 mil), um perito 2ª classe começa recebendo R$ 22 mil mensais de subsídio e depois de 13 anos de serviço passa para R$ 26 mil. [Leia mais]

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[insTrUTOR] Errar é humano!

Errar é humano” foi o tema da aula sobre processadores de texto que ministrei para minha turma de inclusão digital na Escola de Informática e Cidadania do Tribunal de Contas da União (EIC-TCU). Forneci um papel A5 (210 x 148) para cada educando e pedi que redigissem apenas um parágrafo. Dei cinco minutos para a tarefa.

Mostrei a diferença entre um processador de texto manual (manuscrito) e um processador de texto eletrônico (Writter e Word). Mostrei que se aprendessemos a filosofia de um processador de texto, seria fácil usá-lo, fosse o Word (Office) ou Writter (OpenOffice). Em seguida dei uma folha A4 (297 x 210) com vários parágrafos impressos e pedi que digitassem em apenas 5 minutos. Houve protestos!

– Hei professor, isso não acaba em menos de 60 minutos. Não tenho sessenta minutos para perder com digitação.

– Classe, eu digito em apenas sete segundos. Abri o Microsoft Word 2013 e digitei:

=rand(5,7) . Eles acharam que foi bruxaria, feitiçaria, magia e nisso a aula ia…

A partir desse momento descontraído, o conhecimento fluiu de forma espontânea. Contei sobre o mistério do comando RAND (descubra você também o que ele faz) e sobre o tema proposto. “Herrar é o mano” foi título da redação mais curta da história. Dizia assim:

“Minha mãe vai ter um filho e ele se chamará Herrar, pois Herrar é o mano”.

Meus alunos foram mais criativos. Especialmente aquele que me fez gargalhar ao ler sua redação:

“Errar é humano – Ouço isto há bem tempo, mas agora acabei de crer que é verdade, pois até o professor Quemel herra; ele é o mano!”

 

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[insTrUTOR] Como dar aulas particulares de informática

Olá Amigo Quemel, eu trabalho na área de informática, montei minha pequena assistência técnica em informática e estou pretendendo ministrar cursos particulares, pois sempre aparece procura de clientes por esse tipo de serviço, no entando queria ver com você se tem planos de aulas para que eu possa ter uma ideia para que eu possa da continuidade nesse projeto!

Grato, parabéns pelo Blog excelente!
Abraços!
Misael Ribeiro

Caro Misael, salve!
Para dar início ao seu projeto você precisa conhecer o seu aluno e as necessidades de conhecimento dele. Para isso você deve usar o Levantamento de Necessidades de Treinamento Personalizado – LNTP.

Adaptei esse documento para identificar as prováveis necessidades do aluno e o seu perfil como usuário de informática. Todas as questões são de respostas obrigatórias. Se alguma ficar em branco e esse conhecimento ficará prejudicado. No item b.7 (Perfil do Curso) deve-se usar também o Termômetro do Conhecimento.

Feita a análise do LNTP e caso não fique claro qual a intenção do futuro aluno, você deve cobrar dele um projeto de aprendizado. Só aceito alunos para treinamento personalizado mediante a entrega do projeto. Por exemplo, certa vez tive um aluno que queria escrever um livro e não tinha afinidade nenhuma com a informática. As aulas iniciaram com a compra do notebook até a criação de modelos em formato A4 no Microsoft Word.

Você então deve elaborar um plano de curso com os objetivos gerais, cronograma e os objetivos específicos. Transformar os objetivos específicos em planos de aulas e adaptá-los da melhor forma possível para seu aluno. Importante também será o material didático. Você elaborará o material? Usará livro ou apostila encontrada na internet? Tudo precisa ficar definido antes, caso contrário suas aulas particulares estarão fadadas ao fracasso por ausência de um detalhado planejamento. Continue lendo

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2º Batalhão de Infantaria de Selva

O 2º BIS, criado em 1969 e sediado em Belém, é uma das mais tradicionais organizações militares do Exército, tendo um de seus elementos formadores, o 15º Batalhão de Caçadores, participado da Campanha da Tríplice Aliança.

Possui como patrono a figura impoluta do português Pedro Teixeira, cujos feitos ganharam dimensão nacional. O historiador luso Jaime Cortesão afirmava que “as expedições de Raposo Tavares e Pedro Teixeira são os fatos que primeiro e melhor conduzem à delimitação do território brasileiro”.

O 2º BIS vangloria-se em ostentar a denominação histórica de “Batalhão Pedro Teixeira”, o grande reconhecimento a esse inigualável devoto da Amazônia
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Comentário do QUEMEL: no dia 23 de abril de 1970 visitei o 2º BIS. Uma simples inscrição feita em mosaico na parede marcou minha vida para sempre. Dizia em letras garrafais na parede do batalhão: “Não pergunte se somos capazes, dê-nos a missão“. Por isso, missão dada é missão cumprida. Quando o dia 31 de dezembro de 2018 chegar, estarei livre e pronto para prosseguir em novos caminhos, mas com a certeza do dever cumprido. SELVA!

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Artigo – A informática nas escolas

Artigo publicado em 28 de julho de 1999 na seção Plug and Play do jornal O Popular (GO)

Por Luiz Henrique Corrêa Quemel *

No livro A Vingança da Tecnologia, Edward Tenner, um bacharel em artes, descreve as irônicas conseqüências das inovações mecânicas, químicas, biológicas e médicas deste fim de século. Como não poderia faltar, a deusa informática teve lá seu espaço garantindo.

Irônico é o efeito da informatização em massa das escolas em nosso país, sem a devida discussão do projeto pedagógico que deveria acompanhar toda a tecnologia subjacente.

A IBM, por meio de sua coordenadora do projeto Novos Horizontes (financiamento de software e hardware nas escolas), em 1995, dizia que “não era mais hora de discutir qual seria o projeto pedagógico a acompanhar a entrada de laboratórios de informática nas escolas”. Segundo ela, “o momento seria de introduzir novas tecnologias, o restante se pensaria depois”. Continue lendo

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DJ Henrique Beethoven – O início!


vitrola_philips503
O ano era 1974 e foi numa garagem da Vila Militar General Gurjão, localizada à Av. 16 de Novembro em Belém do Pará que iniciei meu ofício de DJ.

Foi por acaso. Havia ganho uma vitrola Philips modelo 503 num sorteio da Secretaria de Fazenda do Estado do Pará.

Além de frequêntar a sede campestre do Círculo Militar aos domingos, não se tinha muita coisa para fazer aos sábados à noite.

A idéia de se instituir um “Hi-fi” partiu da Andréa, filha do Maj. Costa. Digamos que eu não era um modelo de beleza e como não tinha vez com as “pequenas” o jeito era cuidar da vitrolinha e fazer o povo dançar.

A tertúlia começava às 21h. As duas músicas mais tocadas: Kung Fu Fighting de Carol Douglas e Feelings de Morris Albert. Às 22 horas encerrava o baile.

E eu pergunto: aonde você estava em 1974? Com Carol Douglas, Kung Fu Fighting!

Para curtir a música, clique no Áudio Player abaixo:

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Baile dos anos 70

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Salve Iemanjá!

No Brasil, a orixá goza de grande popularidade entre os seguidores de religiões afro-brasileiras, e até por membros de religiões distintas.

Em Salvador, ocorre anualmente, no dia 2 de fevereiro, a maior festa do país em homenagem à “Rainha do Mar”. A celebração envolve milhares de pessoas que, trajadas de branco, saem em procissão até ao templo-mor, localizado próximo à foz do rio Vermelho, onde depositam variedades de oferendas, tais como espelhos, bijuterias, comidas, perfumes e toda sorte de agrados.

Outra festa importante dedicada a Iemanjá ocorre durante a passagem de ano no Rio de Janeiro. Milhares de pessoas comparecem e depositam no mar oferendas para a divindade. A celebração também inclui o tradicional “Banho de pipoca” e as sete ondas que os fiéis, ou até mesmo seguidores de outras religiões, pulam como forma de pedir sorte à Orixá.

Na Umbanda, é considerada a divindade do mar, além de ser a deusa padroeira dos náufragos, mãe de todas as cabeças humanas.

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