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Evangelho Segundo o Espiritismo – 160 anos

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Letra da canção “Given to” de Ruth Bebermeyer – 1978


 

 

 

 

 

 

 

 

Nunca me sinto mais presenteada
Do que quando você recebe algo de mim
Quando você compreende a alegria que sinto ao lhe dar algo.
E você sabe que estou dando aquilo não
para fazer você ficar me devendo,
Mas porque quero viver o amor
Que sinto por você.
Receber algo com boa vontade
Pode ser a maior entrega.
Eu nunca conseguiria separar as duas coisas.
Quando você me dá algo,
Eu lhe dou meu receber.
Quando você recebe algo de min
Eu me sinto tão presenteada.

Canção “Given to” , composta por Ruth Bebermeyer em 1978 – retirado do livro “Comunicação Não-violenta.

Gratidão, quando alguém nos agradece seja por qualquer coisa, o nosso coração se aquece. A Gratidão também é um dar, que também devemos saber receber.

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Oração à pátria brasileira, por Divaldo Franco

Pátria brasileira!

Abençoada pela fulgurante luz das estrelas do Cruzeiro do Sul, estás programada pelo Senhor da Vida para que sejas, em futuro não distante, o centro de irradiação do Evangelho restaurado.

Enquanto a humanidade sofre a noite terrível que se abate sobre a Terra, e tu experimentas, solo verdejante, a sombra dominadora do descalabro moral dos homens, na Consciência Cósmica que te gerou estão definidos os desafios e rumos para que logres as tuas conquistas em futuro próximo.

Dormem, nas montanhas em que te apoias e na intimidade das águas oceânicas do Atlântico, que te banha de norte a sul, tesouros inimagináveis que te destacarão mais tarde no concerto econômico das grandes nações.

Embora a conspiração deste momento contra as tuas matas grandiosas, sobreviverás às ambições desconcertantes de madeireiros, pecuaristas, agricultores desalmados, e dos conciliábulos nefandos que lutam pela destruição da tua Amazônia, que permanecerá como último pulmão da Terra, sustentando a sociedade que hoje se encontra sem rumo.

Padeces, na conjuntura atual, a sistemática desagregação dos valores ético-morais, políticos e emocionais, os mesmos que abalam o mundo, mas esses transitórios violadores do dever passarão, enquanto persistirá a tua destinação histórica, Pátria do porvir!

Conseguiste libertar-te da mancha cruel da escravidão em etapas contínuas, que culminaram no gesto audaz da tua filha, que não teve pejo de, na ausência do pai, pôr fim ao abuso da exploração impiedosa do negro, também teu filho, no eito terrível e hediondo da perversidade.

Logo depois, já livre do jugo da pátria-mãe que te humilhava, pondo-te em subalterna situação, aspiraste por voos mais altos, que um dia se transformaram em liberdades democráticas que sorriram para ti, e teu pavilhão verde, azul e amarelo tremulou, numa república, que a partir de então podia compartilhar do banquete internacional realizado pelos povos livres da Terra.

É certo que ainda estertoras, neste momento de desafios, quando a cultura cambaleia, a ética desfalece, a moral se perverte e os direitos humanos esquecidos são postos à margem pelos dominadores ignorantes de um dia.

Tu, porém, sobreviverás a toda essa desdita, Brasil!

Compreende, neste momento, a desenfreada manobra dos manipuladores da opinião pública e a daqueles que te dilapidam os valores, transferindo-os para os paraísos fiscais da ignomínia e da insensatez, porque esse hediondo crime contra tua economia e os milhões de vidas, será de duração efêmera. Eles morrerão deixando tudo em contas secretas e em aplicações de que jamais se utilizarão…

Enquanto isso ocorre, gemem no teu solo os filhos da miséria, ocultos nos escombros do abandono.

As tuas vielas, ruas e avenidas nos pequenos burgos do interior nas metrópoles, veem e sofrem inermes, a desenfreada correria da violência que se atrela ao selvagem potro da morte, dizimando vidas, taladas em pleno alvorecer.

Paga, porém, em paciência e compaixão, o preço da tua destinação histórica, na tua condição de futura Pátria da Paz e do Evangelho de Jesus.

Isto passará, e logo depois da noite sombria, uma aurora de esperanças irá colocar-te no lugar que te está reservado, quando poderás oferecer lições de misericórdia e de solidariedade ao mundo que não perdoa; tu que te apresentas em forma de um grande coração simbolizando a afabilidade e a doçura.

Oro por ti, Brasil, e por vós, brasileiras e brasileiros, na condição de filho que também sou da terra iluminada pela constelação do Cruzeiro do Sul.

Deodoro.

(Mensagem psicofônica ditada pelo Espírito Deodoro da Fonseca ao médium Divaldo Pereira Franco, na sessão da noite de 15 de novembro de 2005, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador-BA, publicada em Revista Internacional do Espiritismo, março de 2006).

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Berço Musical – Cuidados pós-natais

Na maioria dos países, houve um aumento dos nascimentos prematuros – antes de 37 semanas – nas duas últimas décadas. Sair cedo demais do útero pode resultar em complicações e, com frequência, o prematuro tem de ir para a unidade de terapia intensiva neonatal.
No Hospital Universitário de Genebra, na Suíça, a música faz parte dos cuidados. Porém, diferentemente de outros programas similares em UTIs neonatais, esse projeto inovador usa três modalidades de música, que os bebês escutam por meio de fones especiais para as suas cabeças minúsculas e frágeis. Um estudo quer entender como a música afeta o cérebro de um prematuro, e como ele reconhece a melodia e a altura do som – habilidades associadas ao processamento da linguagem.
Concebido pela neonatologista Petra Huppi, a pesquisadora Manuela Filippa e o compositor Andreas Vollenweider, o projeto inclui a monitoração do cérebro por meio de ressonância magnética no momento em que ouvem a música. As melodias – breves e “mais simples que as de Mozart”, diz Huppi – foram compostas para ajudar os bebês a dormir, despertar ou interagir. Os resultados são promissores.
As imagens revelam um maior grau de conectividade no cérebro, e as melodias parecem reforçar o ritmo diário de sono e vigília – algo crucial numa UTI ruidosa e no mundo lá fora — Catherine Zuckerman. Fonte: Revista National Geographic Brasil. Janeiro de 2019

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Ler mexe com o cérebro

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Você já escreveu à mão hoje?

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Os Benefícios da Leitura.

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O Grande Problema: Escrever Errado nas Redes Sociais

Nunca se escreveu tanto, tão errado e se interpretou tão mal!

Saber ler e interpretar é questão de sobrevivência e amplia nossos horizontes. Nunca se escreveu tanto, tão errado e se interpretou tão mal. Quem afirma é Otávio Pinheiro, fundador da Redação Online, plataforma que viabiliza correções de redações preparatórias para o Enem e outros concursos.

A opinião foi dada recentemente em um artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo. Segundo Pinheiro, que também é historiador e cientista político, os dados de leitura, escrita e interpretação do Brasil ajudam a entender a origem do problema.

Em 2016, dos 70 países avaliados pelo Pisa (Programa Internacional de Avalição de Alunos), o Brasil ficou na posição 59 em termos de leitura e interpretação. Não é de se admirar, portanto, que 537 mil alunos tenham zerado a redação do Enem no ano de 2014 – o que significa 10% dos 6 milhões de participantes. Já em 2017, 309 mil redações tiveram nota zero. Apenas 53 alcançaram  nota máxima.

O problema se reflete nas universidades, de acordo com o fundador da Redação Online. Ele cita a pesquisa Indicador de Alfabetismo Funcional, conduzida pelo Instituto Paulo Montenegro em parceria com a ONG Ação Educativa. Nela, 22% dos universitários aparecem com plena condição de compreender e se expressar – que ficam no chamado nível proficiente, o maior estágio de alfabetismo.

A mesma pesquisa aponta que 4% dos brasileiros que chegam à universidade estão no grupo de analfabetos funcionais. São pessoas capazes de compreender minimamente letras e números, mas que não desenvolvem habilidade de interpretação de textos ou de operações matemáticas.

Para Pinheiro, dados como esses ratificam a urgência de se colocar a escrita, a leitura, a interpretação e a comunicação como bandeira em todos os níveis da sociedade. São estímulos, referências e políticas de Estado que deem prioridade a estes aspectos educacionais – desde que de forma integrada.

“É preciso que os processos de recrutamento das empresas deem mais valor para atividades que incluam o texto como avaliação. E também contar com os negócios de impacto social focados em educação para endereçarem soluções viáveis.”, acrescenta ele na Folha de S. Paulo. “Saber ler e interpretar é questão de sobrevivência.”

Um grande problema ainda, é a falta de leitura, atenção nos textos, ou seja, se tem um artigo para ler, o pessoal passo os olhos apenas, e já coloca a sua opinião que nada tem com o texto em questão. Ou ainda assiste alguns vídeos na internet, e já se acha um especialista em qualquer quesito.

Resumindo, como falta conhecimento, as pessoas partem para a agressão com palavrões, com grosserias, para mostrar que estão certos, mesmo estando errados… e assim continuam sendo os “Analfabetos Funcionais”.

Fonte: Envelhecer com Estilo

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