Desde o ano de 2002 que auxilio na profissionalização de técnicos em manutenção com o curso de formação de consultores domésticos em informática. Passaram pelo curso cerca de mil profissionais. Bem poucos conseguiram assimilar a nova idéia: superarem o velho modelo de escovadores de bytes para o nascimento de um novo profissional consultor.
Foi uma guerra, principalmente quando chegava a hora de estabelecer o valor dos honorários: “[...] muito caro“, achavam os alunos. Teve até candidato que sugeriu o preço social: cobrar de acordo com o bolso do cliente, sem se importar com a qualidade. Se o usuário tivesse um Fiat Uno seria $10, mas se o veículo fosse uma BMW, então seria $1000. Nunca li coisa mais estúpida.
Tinha técnico que usava o preço ideológico: “você só atende classe A e B?”. Enfim, a maioria não conseguia entender a proposta de se buscar a auto-valorização, a excelência de serviços e a ética acima de tudo.
Sempre afirmaram que SERIA IMPOSSÍVEL vender planos de saúde para computadores variando entre R$ 20 e R$ 40 mensais. Sempre foram excelentes profissionais do ponto de vista técnico, mas péssimos empreendedores.
Até aparecer a TecTotal e unir o útil ao agradável: classes C e D, mão de obra barata e planos de saúde a R$ 15. Será o fim dos “sobrinhos” na manutenção de computadores?






















