Analista de Inteligência: profissional de futuro

Decerto que esse post não será lido até o final. A não ser que eu modifique-o para “Engenheiro de Análise de Dados: profissão do futuro”.

Seja qual for o nome dado a ocupação, a carência no Brasil e no mundo é enorme. Só no Estados Unidades da América faltam de 140 a 190 mil pessoas capacitadas para o exercício profissional de interpretação de dados. Essa constatação faz parte de um estudo do Instituto Global McKinsey.

Esses dados renderiam milhões de dolares se fossem transformados em conhecimento por intermédio de processo conhecido como Análise de Inteligência (coleta e análise de dados; criação de conhecimento e disseminação de Inteligência).

Engano pensar que apenas profissionais das ciências exatas seriam potenciais candidatos ao cargo.

Um profissional de comunicação com capacidade de analisar, interpretar, contextualizar e disseminar informações estaria não só habilitado, mas muito bem posicionado para absorver o novo trabalho em decorrência do volume de dados.

Em 2001, o professor e jornalista Nilson Lage, adiantava a constatação do estudo da McKinsey em seu livro A Reportagem. Tive $orte ao estudar o livro em 2005, assim que iniciei a graduação em jornalismo.

Ah! A pesquisa feita pela McKinsey foi chamada de Big data: the next frontier for innovation, competition, and productivity.

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Carreiras & Cia: Inventário de ocupações, ofícios e profissões

ESTIVE.
Auxiliar de ambulante no muro de cemitério (1970)
DJ de Vitrola (1974)
Vendedor de galinha caipira (1977)
Moleque de recado
Estudante de Meteorologia (UFPA) (1982)
Playboy herético e empedernido
Vendedor de passagens (Bradesco Turismo S/A)
Promotor de vendas (1985)
Operador de áudio taciturno (TV Manchete)
Encarregado de almoxarifado técnico (1986)
Assistente de estúdio
Operador de Switch
“Pau de luz” (Iluminador)
Operador de VT
DJ
Alfabetizador de adultos
Instrutor de cursos espíritas
Operador de mainframe (IBM 4381 a 9121)
Estudante de Serviço Social (UnB – 1993 a 1998)
Evangelizador
Personal Trainer Tecnológico
Instrutor de informática
Consultor interno de Recursos Humanos
Gerente de Relacionamento em TI
Embaixador de TI junto a usuários corporativos
Operador de Sistemas de Videoconferência
Instrutor particular
Técnico de hardware
Administrador de rede
Consultor técnico de jornais
Estudante de Administração de Empresas (UNIP)
Coordenador de estágio em TI
Colunista técnico
Personal trainner digital
Estudante de Jornalismo (UCB)
Auxiliar de foca.
Jornalista não-diplomado
Provedor de serviços gerais para PCs
Instrutor de Montagem e Configuração de Computadores
Palestrante de Carreiras Digitais & Cia
Professor de cursos para a Melhor Idade (Hackers de 3ª Geração – 3G)
Mordomo tecnológico em hotéis
Consultor doméstico de informática
Mordomo da Tecnologia no Blue Tree Hotels
Personal Tecnológico
InsTrUTOR de informática em domicílio
e-insTrUTOR de Processo Eletrônico
Personal Technology Advisor

ESTOU!
e-DUCADOR Social
De bem com a vida
Bem de vida
Servidor público federal
Blogueiro
Jornalista
Personal DJ

ESTAREI?
Aposentado
Professor
Chef
DJ para 3ª idade
Escritor
Professor na Escola de DJ’S Studio 97

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HP a caminho do telhado? Recordar é viver!

Matéria publicada na Computerworld do dia 18 de maio de 2011 é a reprise do livro Como as gigantes caem. A publicação mostra como foi a ascensão e declínio da HP devido ao relacionamento arrogante com os clientes, mercado, acionistas, funcionários, revendas, parceiros, etc.

De nada adiantou a HP se tornar uma empresa “Só-cialmente” responsável ou “green” para sua situação se reverter e, segundo a matéria “[…] a situação da empresa é bem pior do se supunha“. A “marketização da ética” não colou dessa vez!

Meu “carinho” com a HP remonta ao ano de 2005 quando comprei meu 1º notebook (NX-9020 – R$ 7.989,99) e vivi meu inferno astral ao solicitar assistência técnica.

Pude comprovar que usuários domésticos eram, segundo a empresa, “inviáveis economicamente e difícies de retorno a curto prazo”. O pior foi descobrir que em algumas redações de jornais (Correio Braziliense e Jornal de Brasília) era vetado a publicação de queixas contra a empresa.

Só descobri o motivo quando passei a observar a marca dos computadores instalados para que os jornalistas escrevessem suas reportagens.

Em 2008 publiquei minha cartilha “Como comprar um notebook sem ser enganado” coincidindo com o encerramento dos postos de assistência técnica da HP. A partir daquele ano haveria apenas postos de coletas. Um equipamento poderia ficar até 90 dias em São Paulo para manutenção.

Como alguns jornais não publicavam queixas contra a HP, o Blog do Quemel foi inundado por reclamações de usuários, principalmente de notebooks.

Digite HP no campo Pesquisar e veja o resultado!

Em 2009 houve a explosão na vendas de notebooks. Foram vendidos mais equipamentos que a capacidade do suporte técnico da HP de suportar legal (desculpem-me o trocadilho infâme) os pedidos de socorro.

Em Brasilia houve uma reunião entre a HP com uma de suas principais revendedoras no varejo (CTIS) lançando o últimato: ou vocês melhoram a assistência técnica ou paramos de comercializar seus produtos. Basta ver alguns reclamações no PROCON-DF para atestar a veracidade do encontro.

Em um dos jornais que trabalhei, todas as vezes que a HP encontrava um comentário desfavorável em meu blog, pedia minha cabeça ao jornal. Quando o departamento comercial analisava o lucro que eu trazia ao jornal, permanecia até o comentário e tentativa seguintes.

Por tudo isso, segue uma sugestão: pense duas, três, 77 vezes 7 vezes quando for comprar um notebook HP, eles são bonitinhos, mas a assistência técnica ao cliente é ordinária.

O conselho não é de um especialista em informática, mas de um consomeDOR de bens e serviços de informática e telecomunicações.

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[Livro] O novo mercado de trabalho

Este livro esteve esgotado durante algum tempo. Quando uma nova edição era lançada, sumia rapidamente do mercado. Comprei a 1ª edição(2000) e em algumas palestras que ministrei na UNB, UCB, UNIP dentre outras instituições de ensino superior gostava de usar a metáfora contida no livro: os saquinhos de chá.

Ao final, demonstrava a metáfora. Poucos entendiam. E acredito que fosse a forma como apresentava. 19 anos depois, metáfora ainda continua válida quem sabe o autor consiga explicar melhor:

“Sabe essas caixinhas de chá que são vendidas nos supermercados? Pois bem, dentro de uma caixinha dessas você vai encontrar saquinhos contendo chá picado.

Se examinar um desses saquinhos, você verá um produto formado por três partes: o saquinho, o chá picado e a etiqueta que está presa ao saquinho por um fio.

Pois faça de conta que essas três partes representam, respectivamente, o emprego, o trabalho e o salário. Isto é:

SAQUINHO = EMPREGO
CHÁ PICADO = TRABALHO
ETIQUETA = SALÁRIO

Fazendo esta comparação você entenderá para que serviam os empregos, até algum tempo atrás. Eles eram como saquinhos que serviam para dar proteção a atividade laboral e atribuir um salário a este trabalho.

“Supunha que esse produto viesse assim: já não em saquinhos, só o chá esparramado dentro da caixinha. Nesse caso, você teria que aprender a fazer o chá sem a comodidade de antes”, diz o autor.

Com este tom de gostosa brincadeira, o antropólogo Marco A. Oliveira, especialista em metodologias avançadas de treinamento profissional, descreve a situação atual do mercado de trabalho. Derruba mitos e propõe soluções para jovens e adultos assustados com o maior fantasma do século: o fim do emprego. [Google Books]

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Certificação online: vale à pena?

Como se não bastasse a proliferação e a saturação dos cursos de certificação para profissionais de TIC, agora chegou a vez das certificações por correspondência digital, ou seja, pelo e-learning .

Imagine você se tornar um “proficional” à distância. As empresas querem é distância desse tipo de “proficional”.

Um caso raro de sucesso foi o de Sergio Giudicelli, 50 anos e desenvolvedor de sistemas autônomos. O profissional com P maiúsculo tirou uma MCSE por intermédio do e-learning . O investimento lhe deu conteúdo para liderar e treinar os funcionários de sua empresa.

O consultor montou um rede própria para explorar o conteúdo do curso e de forma simultânea ainda treinava os funcionários.

Nesse caso, Sergio não só mostrou maturidade e experiência, ausente na maioria dos jovens que tentam a certificação, como senso de oportunidade para fazer a certificação no momento certo da carreira.

Sabe aquele usuário de certo fórum de informática que deu um depoimento afirmando que tinha feito uma certificação por R$ 8 mil e não arranjava emprego? Pois é, teve seu nick apagado do fórum. Vai ver que a empresa patrocinadora não gostou. Ainda bem que tirei uma screen do post. Sabe cumequié, nunca se sabe quando os golpes vêm abaixo da linha da cintura.

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[Carreiras Digitais & Cia] Faculdade ou Certificação?

Boa dia Quemel.
Estou aqui para mostrar meu profundo respeito por você no pouco que pude lhe conhecer. Lendo varios blog e forum percebi como o seu nome era citado varias vezes quando fui digitar no google a surpresa de descobrir essa site maravilhoso. (chega de rodeios)
Tenho 27 anos e so proprietario de uma lan house a 2 anos ,estou maravilhado com o mundo da informatica e quero estudar muito daqui para frente. Meus conhecimentos são.
Montangem e manuntenção de hardware
Formatação instalaçao de programas no Windows Xp(jogos office etc)
Venda de peças, to por dentro das novidades do mercado
Minha duvida é o seguinte o que um profissional como eu que da uma manuntenção basica para clientes basicos pode fazer para começar na carreira de informatica.
Tem faculdade de sistemas de informação aqui na minha cidade mas andei lendo muito que hoje em dia nao compensa fazer faculdade e sim procurar cursos para obtenção do certificado microsoft.
Preciso de uma dica, por onde eu começo nos livros na faculdade em algum curso, meu medo é escolher errado e o curso ja esta defasado.
Sem mais obrigado por tudo
Marcel Jonas Nunes, Rio Claro- São Paulo

Caro Marcel, salve!
Na carreira de informática há várias ocupações, profissões, cargos e funções. Você precisa primeiro se decidir em que área quer atuar: programação, desenvolvimento de sistemas, infra-estrutura, internet, etc. Se você já possui o 2º grau completo, pode optar por um curso de tecnólogo. Se seu desejo é aperfeiçoar o trabalho que já executa, pode optar pelos cursos técnicos do Sistema S (Senai e Senac). Um aprofundamento em redes de computadores e empreendedorismo (Sebrae Online) facilitaria o seu trabalho de administrar e gerenciar a sua empresa.

Claro que compensa fazer uma faculdade. Quem lhe forneceu essa informação decerto faz parte da “industria da certificação”. Ela propaga aos quatro cantos do mundo que uma graduação não vale a pena. Leva-se em média 5 anos para formar um engenheiro de redes. Um systems engineer leva apenas seis meses para (in)formar, ser despejado no mercado e… ejetado dele. Não nessa mesma ordem!

A certificação não serve como porta de entrada para o mercado de trabalho. Para fazer diferença na carreira profissional, ela requer experiência profissional e maturidade pessoal.

Esse medo deve ser vencido é natural, mas não pode paralisar a caminhada. O que você deve aprender é calcular os riscos e seguir em frente. Se em última instância estiver muito difícil, esqueça tudo o que falei, segura na Mão de Deus e vai…

Além do empreendedorismo, necessário ao seu negócio, é fundamental aperfeiçoar capacidades de comunicação: interna e externa. Atualize seu plano de negócios e construa um novo plano de comunicação social.

Bração e boa $orte,
Quemel

P.S (Postado em 2009. O autor da dúvida apareceu a aqui, após seis anos para dar seu testemunho)

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[Livro] Decifradores de Códigos

Uma outra guerra, silenciosa e terrivelmente tensa, correu paralela à Segunda Guerra Mundial. Foi a guerra da espionagem e das comunicações, quando o sucesso muitas vezes dependia da captura de informações secretas e muito bem protegidas.

Mensagens escritas transmitidas clandestinamente, sinais, códigos praticamente impossíveis de serem desvendados ou meses de escuta das transmissões de rádio – nesse mundo subterrâneo, alvo de sabotagens de toda ordem, os operadores lutavam para obter um conhecimento vital dos planos do inimigo e, com eles, abastecer os comandantes militares e agentes secretos em todo o mundo, desesperados para se infiltrarem nas linhas inimigas.

Com relatos empolgantes, de tirar o fôlego, e uma pesquisa histórica reveladora, Decifradores de Códigos revela e celebra os feitos extraordinários de homens e mulheres comuns que foram, eles também, verdadeiros herois de guerra. Confira a história de herois anônimos que sempre operaram no silêncio!
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Comentário do QUEMEL. Se os integrantes do anonimato tivessem usado o “Pombo NET” não teriam sido interceptados. Se nem o Dick Vigarista conseguiu pegar o pombo-correio Doodle, imagina se alguém usuaria uma tecnologia de comunicação tão antiga, mas segura.

Se até aquela caderneta que você esconde debaixo do colchão contendo todas as suas senhas de um paraiso fiscal foi descoberto pela diarista Marinete e vendido por milhares de dolares, o único lugar seguro para guardar segredo será a nossa mente. Até quando, seria a próxima fronteira.

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[Para decifrar] Kraftwerk – Numbers: Codex -> Steganografia

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Kemel, Kemmel, Kuemel, Quênio, Kêmio, Kenel, Keneo…


Vou codificar para você no Alfabeto Zulu. Ele é usado na aeronáutica brasileira. Escreve aê:

Quebec União Eco Mike Eco Lima

QUEMEL. Soletra aê, por favor!

Em morse (código usado pela Marinha): –.- ..- — . — . .-.. Fácil, não!

O mais difícil é con(vencer) os operadores de call center a escreverem meu nome correto. Certa vez passei raiva com um atendente, cujo nome lembrava aquele ser mitológico que teve as asas derretidas por voar próximo ao Sol.

Meu martírio começou às 12h25 (tudo devidamente gravado e documentado) pelo protocolo nº 92383073. O sr. “voador” é um dos milhares de brasileiros que adentram as portas do mercado de trabalho por intermédio do 1º emprego em Help Desk. Na mitologia tenta fugir da ilha de Creta (precarização do trabalho), mas é convencido a acreditar que ao sair não conseguirá coisa melhor.

Obrigados a trabalharem em condições adversas e com scripts pré-programados, são os infoproletários modernos. O caso mais assombroso aconteceu nas plagas do pequi. Lá, o Ministério Público do Trabalho aplicou uma multa de R$ 1 milhão à empresa que proibia os opera dores (desculpe-me pelo trocadilho infâme) de irem ao banheiro. Resultado: nas seis horas que ficavam sentando, os atendendes faziam xixi nas calças e saias, respectivamente.

Para não perderem o emprego (e salário miserável de R$ 628) muitas atendentes resolveram de forma inusitada o problema: usavam fraldas geriátricas. Foi quando a Procuradoria Regional do Trabalho da 18ª Região resolveu acabar com a farra. Fique Atento com esse tipo de trabalho!

Às 12h40 o operador mitológico descobriu o porquê do meu acesso negado à banda larga: o nick cadastrado era “kemel”, mas eu repeti:

Quebec União Eco Mike Eco Lima

QUEMEL. Soletra aê, por favor!

O resultado do diálogo foi surpreendente: o “ser mitológico” quis me con(vencer) que não haveria problema algum e ter um nick “kemel”, para ele, um mero detalhe técnico, pois o que importava era a autenticação “kemel@terra.com.br”.

Não acreditei no que estava ouvindo (e gravando), mas continuei dando a corda para o enforcamento. Tudo isso com a conivência do supervisor que ouvia tudo calado e ainda ratificava as sandices do operador.

O resultado? Às 16h fui ouvir outras gravações do provedor UOL. Lá, pelos menos o atendente escreveu certo:

Quebec União Eco Mike Eco Lima

QUEMEL. Soletra aê, por favor!

Éder fez um golaço. Conseguiu cadastrar meu nick/login logo na 1ª vez. O operador do UOL fez igual ao jogador de mesmo nome, cujos chutes na copa de 1982 ficaram conhecidos como canhões ou “Patada Atômica”. Eder, o outro, espancou o fantasma do “analfabestismo” digital.

Quanto ao outro operador, tive que cortar as “asas” do sem-noção. Pensava ele poder voar sem limites. Como na mitologia, se tivesse escutado os conselhos do pai (Dédalo) não teria se esborrachado num embate com um consumidor cidadão. Na lenda se esborrachou com o Sol.

Iberê Camargo, o artista brasileiro de renome internacional costumava dizer: “O brasileiro tem alma de escravo. Aquele que luta pelos seus direitos no Brasil é considerado um criador de caso”. Sou!

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Fui demitido, e agora?

Eu fui demitido da (RedeTV!). Foi no dia oito do oito de oitenta e oito (08.08.88) e se chamava Rede Manchete. Quem me demitiu foi um editor, meu xará e mineiro bacana que queria meu lugar de Assistente de Estúdio para colocar o enteado.

35 dias depois eu estava trabalhando na TV Studios canal 5 (SBT) como Operador de Satélite e com um salário muito maior. Trabalhava de 0h às 6h. Dormia de 10h às 15h e estudava no Centro de Ensino Médio Elefante Branco de 19h às 22h45. Cursava Eletrônica.

Pouco tempo depois o meu “demissor” também fora demitido da TV Manchete e sem alternativa nenhuma foi parar na…TV Studios canal 5 (SBT).

O pobre coitado fugia sempre que me via. Ele também foi demitido do SBT. Foi parar na TV Record. Demitido novamente, retornou ao SBT. E advinhem? Por falar publicamente que o SBT não investia em jornalismo…foi dé-dé-demitido de-novo-outra-vez-novamente.

Eu? Tomei vergonha na cara e estudei para concursos publicos. Quando estava a um passo do Departamento de Polícia Federal (DPF), fui salvo pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Permaneço até hoje, Graças à Deus.

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[insTrUTOR] A fóvea em aula de Excel 2016

A turma composta só por mulheres ficou constrangida quando perguntei se elas usavam as suas respectivas fóveas. Se nos estivéssemos na Escolinha do Professor Raimundo (Chico Anísio), decerto que a Dona Bela, personagem puritana interpretada por Zezé Macedo, teria desmaiado na hora. Eu não possuo na turma o CDF Ptolomeu (Zizo Neto) para me socorrer neste momento de constragimento. Mas a partir dai foi só divertimento, pois a aula encontrou seu lado lúdico.

A pergunta relativa à fóvea deu-se porque elas não estavam conseguindo visualizar as Faixas de Opções próximas à Barra de Menu. Expliquei que o uso otimizado da fóvea auxiliaria na leitura dinâmica, por que é capaz de abranger uma área maior de leitura horizontal e não somente sua área de foco.

Quando comecei a desenhar a fóvea, então o constrangimento foi maior, haja vista que não sou um bom desenhista. O mal estar provocado pela pergunta se desfez quando eu expliquei de forma (neuro) didática o significado da palavra. Teve educanda que pensou (literalmente) bobagem, mas não quis revelar o conteúdo.

Ao pesquisar na Internet sobre a palavra tivemos uma enxurrada de conceitos, nem sempre corretos. Por isso prefiro que você tenha contato (pela primeira vez) com o conceito de fóvea usando uma apresentação do neurocientista Stanislas Dehaene em seu livro Os neurônios da leitura. Clique aqui para baixar a apresentação

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Até que enfim é sexta-feira!

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[Livro] Inclusao Digital e Empregabilidade

Sinopse – “Exclusão digital é termo duplamente nocivo. O cidadão – seja ele jovem ou adulto – excluído da sociedade já está à margem, sem direitos ou voz para exigi-los. É alguém desconsiderando quando da tomada de decisões, um mero figurante no palco da sociedade. Contudo, apesar dos inúmeros percalços, há possibilidades de inserção e recomeço. No entanto, quando se é um excluído digital, poucas são as portas que permanecem abertas. Um excluído digital é anacrônico, um profissional engessado em épocas passadas.

Numa era em que o futuro das mídias impressas e do livro como objetos físicos é colocado em debate, assim como a sobrevivência da indústria fonográfica ou mesmo o deslocamento de colaboradores para uma empresa física, desconhecer as vias digitais é colocar-se ao largo da história.

Conhecimentos básicos de programas elementares são um primeiro passo importante e necessário, mas deve-se considerar que, ao discutir inclusão digital, coloca-se em pauta temas de importância social que suplantam o mero “computador”.
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Comentário do QUEMEL: Se esse livro tivesse sido escrito em 1997, teria menos percalços quando tentei implantar um projeto de “Inclusão Digital no Centro de Atendimento Juvenil Especializado – CAJE (ver post Livro: Os Filhos do Governo) e esbarrei na falta de escolaridade dos participantes”. O livro mostra que grande parte dos excluídos digitalmente não consegue achar agências de emprego pela internet, simplesmente por que escreviam “agensias” no Google”.

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Quer trabalhar com mainframe? Participe do concurso IBM Master the Mainframe

IBM Mainframe Minha primeira experiência com mainframe foi em 1982 na Universidade Federal do Pará (UFPA). Ao solicitar matrícula na disciplina Introdução a Ciência dos Computadores (ICC) fui obrigado a desenvolver um programa baseado na linguagem de programação Fortran77.

Enquanto meus colegas calculavam rotas de foguetes, trajetórias de mísseis balísticos e outras “viagens”, eu calculava a soma de várias notas e if MEDIA >=70 “Aprovado”, caso contrário, “Reprovado”. Era o DecSystem 1091 da Digital (mais tarde se chamaria Compaq).

Sete anos depois eu tomava posse como servidor público federal e seria o operador do IBM 4381. Fiquei até a sua respectiva aposentadoria em 1998 com o IBM 9121.

Atualmente você dispõe de uma oportunidade espetacular de trabalhar com mainframe.

É participando do Concurso Master the Mainframe IBM. O certame é destinado a estudantes do ensino técnico ou superior com 16 anos de idade ou mais. Se você passar pelas três fases e for um dos finalistas poderá ser contratado como estagiário e poderá operar o z196 da IBM. Não espere 30 anos para trabalhar com mainframes, participe dos concursos!

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[Livro] A Sociedade Informática – Adam Schaff

Quando li a primeira vez esse livro em 1996 pensei ter encontrado um futurólogo marxista que tinha encontrado a bola de cristal, a muito tempo embaçada pela gurulândia. O professor Schaff escrevera esses alfarrábios em 1982 para o Clube de Roma.

Quando (re)li em 2004, pensei: “esse livro não perderá a validade, nunca!”. Levei 11 anos para produzir uma resenha. Fui intimado pela professora Florence Dravet na disciplina Redação Jornalistica II. O livro é forte candidato a fazer parte da bibliografia básica das disciplinas Comunicação Digital, Políticas de Comunicação e Gestão da Informação.

Só resolvi fazer a resenha por que o livro é uma fenômeno editorial: todas as edições somem em poucos dias. A 4ª reimpressão feita em 2004, já era. E os ultimos sete exemplares disponíveis em Brasilia, comprei-os todos. Adoro presentear os amigos com livros. Recomendo a leitura para os estudantes de Serviço Social, Computação e também para professores e consultores. Foi nessa agradável leitura e releitura que finalmente consegui encontrar as carreiras profissionais de futuro: bastou perguntar ao homo studiosos, presente na segunda parte do livro.

E eu que pensava que o guru da nova cibernética digital era Nicholas Negroponte ou Pierre Lévy. Que nada, Adam Schaff dá de 10 a zero na turma!

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هل تريد محاربة الجريمة السيبرانية؟

حسنا، حسنا، بعد الموساد (המוסד למודיעין ולתפקידים מיוחדים)، وقد نشرت المخابرات الإسرائيلية على موقعها على شبكة الانترنت مجموعة من وكلاء، ووصل الأمر إلى FBI والشرطة الفيدرالية الامريكية.

مكتب التحقيقات الفيدرالي (FBI) يبحث عن خبراء الكمبيوتر. يبدأ الراتب ابتداء من 56،000 دولار سنويا ويزيد وفقا لخبرة وتأهيل المرشحين. هناك المزيد من الجوائز لأولئك الذين لديهم “قدرات خاصة غامضة”.

بالنسبة لأولئك الذين لا يرغبون في الذهاب إلى أرض العم سام فمن الجيد أن تبقى الهوائيات المتصلة. التنافس على المحقق الجنائي الاتحادي – المنطقة 3 – الحوسبة العلمية. مع راتب أعلى من مكتب التحقيقات الفدرالي (9.3 ألف ريال برازيلي) ، يبدأ خبير من الدرجة الثالثة في تلقي إعانة شهرية بقيمة 23 ألف ريال برازيلي ، وبعد 13 عامًا من الخدمة يصل إلى 30 ألف ريال برازيلي. [اقرأ المزيد]

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لحم الخنزير لارد ينقذ الأرواح في إسرائيل

القدس خاص لمدونة Quemel

من قبل لويس هنريك Quemel

ولاية ميسيسيبي ، في الولايات المتحدة ، لديها تقليد من الأطعمة الدهنية. شحم الخنزير هو دائما موجود في النظام الغذائي.

وبفضل هذا ، أصبحت الولاية في المرتبة الأولى في تصنيف الولايات المتحدة للسمنة وارتفاع ضغط الدم وأمراض القلب والأوعية الدموية ، والمركز الثاني لمرض السكري.

إذا كان شحم الخنزير في الولايات المتحدة الأمريكية يقتل ، في إسرائيل فهو الترياق ضد الكاميكازات في محاولات الهجمات الإرهابية.

لا توجد دراسة قاطعة ، ولكن بما أن السلطات الدينية اليهودية أعطت الضوء الأخضر لمقياس غير تقليدي للحماية ضد الانتحاريين الفلسطينيين ، تم تسجيل هجوم واحد فقط في إسرائيل.

وذكرت صحف إسرائيلية أن حاخامًا وافق على فكرة وضع الأكياس البلاستيكية التي تحتوي على شحم الخنزير في الحافلات ، وهي الأهداف المفضلة للقنابل.

وتستند هذه الحيلة على المعنى الديني لأفعال القامعيك الفلسطينيين ، الذين يؤمنون بالوصول المباشر إلى الجنة “للشهداء”.

وتستند هذه الحيلة على المعنى الديني لأفعال القامعيك الفلسطينيين ، الذين يؤمنون بالوصول المباشر إلى الجنة “للشهداء”. لأن الخنازير تعتبر نجسة من قبل المسلمين – وكذلك اليهود – فقد راهن خبراء الأمن بالموساد على شحم الخنزير كرادع. قد يخاف القاذفون من “منعهم” في السماء إذا كانوا ملوثين بدهن الخنزير.

يقول القاضي إيخال تورا من المحكمة الحاخامية في القدس: “لا يوجد عائق لاستخدام جيوب الشحم: الحفاظ على الحياة هو فوق كل التعاليم الدينية”.

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[Livro] Vocabulário YORÙBÁ

“O yorùbá é um dos mais de 250 idiomas falados na Nigéria e em alguns outros países da África Ocidental. É uma língua tonal, uma vez que não considera apenas o som, mas também o tom de cada palavra para lhe atribuir um sentido específico. Por isso, possui acentuações (grave, média e aguda) associadas aos tons musicais que definem seu sentido.

Até o século XIX, a língua yorubana não possuía uma forma escrita. Só a partir de então, alguns missionários yorubanos da igreja anglicana, com a ajuda de alguns de seus colegas estrangeiros, criaram a escrita yorùbá baseada no alfabeto europeu.

Inúmeros termos em yorùbá são utilizados no dia a dia das casas de candomblé e, em função da expansão dos cultos de origem africana no Brasil, o idioma foi assunto de muitos estudos em nosso país.

Neste livro, Eduardo Napoleão oferece noções de grafia e pronúncia dos principais termos yourùbá, além de um resumo gramatical que analisa os fonemas, substantivos, pronomes e tons do idioma, em uma linguagem clara, destinada a facilitar a compreensão dos cânticos, rezas e encantações que fazem parte da religião dos orixás”.
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Comentário do QUEMEL: “ Nã Oluwa Alasaro Nití Àioyé On Irin, Íbí Gbogbo Gbon-Agbomregé Òti Sogbogba, Pé Um-hún Àtaiyebaiye Gbogbo Àjumodapo Towotowó, Feran Gbogbo Pagagidi Basi Papá Tiwá Fé”.

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Técnico, como está sua Avaliação Diagnóstica?

Anamnese & Exame físico Sinopse. Revisada e ampliada, a obra mantém a clareza na exposição dos conteúdos e o foco na humanização do contato com os pacientes que a tornaram um recurso para estudantes e profissionais da área.

A realidade, a circunstância em que vivemos, precisa ser por nós interpretada. Temos a necessidade de atribuir-lhe significados para poder interagir com ela. Sem interpretação, compreensão ou explicação, não saberíamos como abordá-la ao exercer nossas atividades.

Essa compreensão ou explicação é feita pela elaboração de modelos e teorias, os quais organizam a nossa percepção e interpretação do mundo (Souza,1996).

As teorias (representações do mundo) são aceitáveis se atenderem aos nossos projetos e, quando essas representações não são úteis, são substituídas por outras. Não existe saber acabado, definitivo. É impossível elaborar teorias perenes, pois a capacidade humana tem limites, e a realidade é processual, um vir a ser constante. [Deguste aqui o capítulo 1]
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Comentário do QUEMEL: Recomendo esse manual para os técnicos de manutenção de hardware e software. Um importante instrumento metodológico que pode auxiliar na avaliação diagnóstica (anamnese) ao equipamento do cliente. Aprendendo semiologia e semiotécnica, poderemos adaptá-las para os problemas nos equipamentos.

Reconstrui o modelo apresentado no livro. Criei o Método de Isolamento do Problema que tornou meus diagnósticos muito mais precisos. Construi modelos inclusive para a manutenção preditiva.

Foi interessante alertar um cliente em relação ao seu disco rígido. Pelas minhas anotações e acompanhamento do ambiente operacional do cliente, o HD Quantum já contava com mais de 7 mil horas de uso (o MTBF do disco era de 5 mil). Quando a tela do PC começou a incluir alertas do MTBF via S.M.A.R.T ele achou que eu era um bruxo com uma bola cristal. Conseguimos fazer o backup.

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Técnico, como estão seus registros?

SINOPSE. Este diário foi realizado com o intuito de esclarecer e conduzir o aluno graduando de enfermagem na execução do estudo clínico de forma sistematizada, traz conteúdos teóricos necessários na prática diária e organiza os dados encontrados e coletados no cliente a assistido, permitindo assim que o aluno compreenda a necessidade de organizar suas ações com competência profissional. Sistematização da Assistência de Enfermagem é um proceso que permite que as ações da equipe de enfermagem integrem-se de forma dinâmica, visando que a assistência realizada ao paciente atenda suas necessidades humanas básicas afetadas no processo doença.
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Comentário do QUEMEL: Recomendo esse manual para os técnicos de manutenção de hardware e software. Um importante instrumento metodológico que pode auxiliar na construção de um histórico de atendimentos ao equipamento do cliente. Os formulários apresentados são de fácil compreensão e podem ser adaptados para o nosso trabalho.

É divertido ver a expressão do cliente quando retiro do bolso o diário e começo a anotar a anamnese (ver também Anamnese & Avaliação Diagnóstica). Recomendo seu uso juntamente com o banco de dados da CDINFO.

No banco de dados CDINFO ainda permanece registrado que em 28 de março de 1995 eu consegui remover o virus “Leandro & Kelly” sem formatar a máquina. A cliente, cuja matrícula era 19950328-01 e outras duas máquinas foram formatadas por um aventureiro que diagnósticou formatação para consertar o problema do vírus. Se ele tivesse usado o comando fdisk /mbr não teria causado tantos estragos.

Dificil mesmo foi recuperar os arquivos de teses, dissertações e pesquisas da cliente 19950328-01 e de seu esposo (cliente 19950328-02). Atualmente atendo a 3ª geração da familia, todos estudantes da UnB e com respectivos laptops e ultrabooks.

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[Romance – O Crepúsculo do Dragão] Pulsação Narrativa!

Era oito do oito de 2008. Jorge Arthur Mohammed sentiu um cansaço e tremedeira nas mãos. À medida que as afastava do teclado, mais tremia e a vista embaçava.

Foi parar na emergência do Hospital das Forças Armadas (HFA). Fez a ficha e aguardou a vez de ser atendido. A porta do consultório se abriu e um senhor de barbas brancas e olhos azuis convidou-o a entrar. Por que a gente sempre tem a impressão que já conhece as pessoas?

O médico questionou os motivos da visita. O agente da Unidade de Crimes Tecnológicos (Technology Crime Unit – TCU) falou sobre as câimbras, sede em excesso e incontinência urinária. O médico pegou o esfigmomanómetro e disse:

– Há muita pressão. Isso é Pulsação Narrativa. Você precisa escrever meu filho!

– Pulsa… o quê? Gaguejou, atropelando as palavras. Ele devia estar brincando, pensou.

E estava mesmo. Sorriu, pegou o polegar direito de Jorge Arthur e espetou uma espécie de caneta com agulhas. O sangue apareceu de forma tímida. Foi o suficiente para inseri-lo num pequeno equipamento digital.

– E além disso, está com a glicose muito alta, diagnosticou o médico.

Sentou-se e começou a rabiscar. Parecia estar prescrevendo uma receita ou um atestado médico. Entregou os dois papeis e o profissional dos bytes sem enxergar muito bem devido à cirurgia nos olhos (lasik) recente, pegou e saiu.

Entrou na farmácia para aviar as duas receitas. A moça olhou e devolveu uma. Disse que não vendia ali. Notou um olhar meio desconfiado, como a esconder uma risada incontida. Jorge Arthur guardou a caixa de Cloridato de Metformina (genérico para Glifage XR500) e se dirigiu a outra farmácia.

Entregou a outra receita, muito maior e com mais itens. A moça riu e disse-lhe:

– Senhor, não vendemos livros aqui!

Retornou para casa e com uma lupa de grande ampliação leu: Continue lendo

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Feliz Dia Mundial do Rádio!

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Confesso: sou um loser!

Elogio ao loser, Por Cynara Menezes

“Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”, escreveu nos anos 20 Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa, no “Poema em Linha Reta”. Nos anos 1950, tudo indica que foi Charlie Schultz quem lançou a gíria “loser” (perdedor) a partir de uma tira de seus quadrinhos Peanuts (Snoopy no Brasil). “Because you’re a loser, Charlie Brown“, diz a gozadora Lucy ao amigo, quando ele pergunta por que sempre caía no mesmo velho truque dela: derrubá-lo, puxando a bola de futebol americano que iria chutar.

Ou pode ter sido o contrário: Schultz popularizou o termo “loser“, que os estudantes começavam a usar como gíria. Não importa, se até então a palavra só tinha o significado de contrário a vencedor, a partir dessa época passou a designar um determinado tipo de pessoa nos Estados Unidos: para alguns, um infeliz digno de pena, sem sorte, sem valor. Mas isso é dizer pouco do loser. É verdade que ele leva a pior algumas vezes, mas não é apenas o cara que não ganha, e sim o que não se importa em ganhar. Ao contrário do que muitos pensam, o loser pode chegar lá – mas o que o moveu não foi chegar. Continue lendo

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[Romance – O Crepúsculo do Dragão] Dragão de Madeira

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O que é CHURN?

O leitor Joao K. Silva não entendeu os posts relacionados ao termo CHURN.

Também pudera, este escriba fariseu não explicou de forma clara o que significa o termo CHURN.

CHURN é um relatório estatístico que aponta o número de clientes que a empresa perde em determinado espaço de tempo.

Eu sei que o ditado original diz que “Pimenta no olho dos outros é refresco“. Fiz uma pequena adaptação ao adágio popular para não usar uma lingagem chula ao descrever a região glutea. Por isso ficou “Pimenta do CHURN dos outros é refresco“.

Quem acha que é piada, engana-se. CHURN já foi tema de uma dissertação de mestrado na USP. Espia o trabalho em Retenção de clientes à luz do gerenciamento de churn : um estudo no setor de telecomunicações.

Sugiro aos técnicos em informática que conhecer mais sobre o CHURN, isto é, como reduzir o abandono de clientes.

Em Fortaleza era possível comprar um chip da TIM por R$ 1,99 em determinada praça pública e reduto de contrabandistas. Quando a população ficou sabendo, o CHURN da TIM foi às alturas.

Por isso que diz o ditado na TAM, TEM, TIM, TOM E TUM dos outros…é refresco.

Se não disseram, bem que poderiam ter dito.

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Salve Iemanjá!

No Brasil, a orixá goza de grande popularidade entre os seguidores de religiões afro-brasileiras, e até por membros de religiões distintas.

Em Salvador, ocorre anualmente, no dia 2 de fevereiro, a maior festa do país em homenagem à “Rainha do Mar”. A celebração envolve milhares de pessoas que, trajadas de branco, saem em procissão até ao templo-mor, localizado próximo à foz do rio Vermelho, onde depositam variedades de oferendas, tais como espelhos, bijuterias, comidas, perfumes e toda sorte de agrados.

Outra festa importante dedicada a Iemanjá ocorre durante a passagem de ano no Rio de Janeiro. Milhares de pessoas comparecem e depositam no mar oferendas para a divindade. A celebração também inclui o tradicional “Banho de pipoca” e as sete ondas que os fiéis, ou até mesmo seguidores de outras religiões, pulam como forma de pedir sorte à Orixá.

Na Umbanda, é considerada a divindade do mar, além de ser a deusa padroeira dos náufragos, mãe de todas as cabeças humanas.

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Fatura em nome de Vadia. E tu Kuemel, o qui Kueres?

NET TROCA GRAFIA DE BATISMO DA CLIENTE QUE RECLAMOU DO ATENDIMENTO.

Comentário do QUEMEL: Eu tive mais sorte. Após discutir várias vezes com as amáveis atendentes da NET e de outros provedores (Qué Mel, Kemmel, Kuemel, Quênio, Kêmio, Kenel…), desisti e cancelei o serviço. Agora utilizo os serviços da “POMBO NET”.

A Net trocou o nome de uma cliente de Sorocaba (SP) na fatura de cobrança. O fato poderia ser considerado um simples equívoco, não fosse um detalhe: “Katia” virou “Vadia”, e isso pouco depois de ela discutir com uma atendente da empresa por telefone.

O caso começou em 16 de junho, quando Katia Nogueira ligou para a Net para renegociar uma dívida. Ela diz que foi orientada a pagar a fatura de junho para que o sinal de internet e TV a cabo não fossem interrompidos, mas que, no dia seguinte ao pagamento, o acordo foi descumprido.

Katia diz que ligou de novo. “Ela [a atendente] disse que eu não devia atrasar faturas e me deixou 24 minutos na linha até a ligação cair.”

Segundo ela, a atendente pediu várias vezes a confirmação de dados, mas não disse que o cadastro seria alterado. “Não gostei da forma como ela falou e posso ter respondido com má vontade, mas falei meu nome claramente”, afirmou.

No terceiro telefonema, diz, Katia conseguiu a renegociação e o sinal voltou. “Minha surpresa foi receber a conta, com o nome trocado. Cheguei a achar que era ‘Nadia’, mas depois entendi e me senti extremamente mal.”

A cliente registrou um boletim de ocorrência.


Dia 1º de julho, ela recebeu um pedido formal de desculpas da Net, além de flores e bombons, mas manteve o cancelamento do serviço. “Agora estou sem nada, mas com a dignidade”, afirmou.

Para o chefe da seção de fiscalização do Procon de Sorocaba, José Antonio de Oliveira Júnior, pode ter havido “exposição do consumidor ao ridículo”. “O fato de um cliente buscar seus direitos, mesmo que reclamando e sendo mais exigente, não autoriza a empresa ao constrangimento”, disse.

A Net informou, em nota, que solicitou o “imediato afastamento da funcionária do quadro de prestadores de serviço”. Disse ainda que notificou a empresa Contax, responsável pelo atendimento aos clientes, sobre a ocorrência, que diz “não tolerar”.

A Contax, por meio de sua assessoria, disse que lamenta o ocorrido e que demitiu a colaboradora, por ferir seu código de ética.

A empresa informou ainda que os colaboradores passam por um “intensivo processo de treinamento focado nas necessidades do cliente”.

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[Studio 97 by DJ Henrique Beethoven] O início!


vitrola_philips503
Era 20 de abril de 1974 (Dia Internacional do Disco). Foi numa garagem da Vila Militar General Gurjão, localizada à Avenida 16 de Novembro em Belém do Pará que iniciei meu ofício de DJ.

Foi por acaso. Havia ganho uma vitrola Philips modelo 503 num sorteio da Secretaria de Fazenda do Estado do Pará.

Além de frequentar a sede campestre do Círculo Militar, não se tinha muita coisa para fazer aos sábados à noite.

A ideia de se instituir um “Hi-fi” partiu da Andréa, filha do Major Costa. Digamos que eu não era um modelo de beleza e como não tinha vez com as “pequenas” (é assim que se chamam as mulheres paraenses!) o jeito era cuidar da vitrolinha e fazer o povo dançar.

A tertúlia começava às 21h. As duas músicas mais tocadas: Kung Fu Fighting de Carol Douglas e Feelings de Morris Albert. Às 21h30 horas encerrava o baile.

E eu pergunto: aonde você estava em 1974? Com Carol Douglas, Kung Fu Fighting!

Baile dos anos 70

Para curtir a música, clique no SoundCloud Player abaixo:

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Técnico, você usa propaganda ou publicidade?

Caro técnico, salve!
você me indaga o porquê de breve sumiço e questiona-me se o motivo seriam as dezenas de mensagens eletrônicas suas com tantas dúvidas.

Não se apoquente, pois o recurso mais precioso e caro que alguém pode ter é o tempo e vez ou outra padeço com sua escassez.

Deixemos de delongas e vamos ao que interessa. Como alguém que nunca pagou uma propaganda pôde chegar em outubro de 2008 à marca de 5 mil clientes? Longe de ser um fenômeno bíblico da multiplicação dos recursos, tem a ver com a diferença entre propaganda e publicidade.

Segundo minha professora de Gestão (UNIP/2004), propaganda é quando você paga para aparecer e publicidade é o que falam de você. Nunca gastei um centavo com àquela, mas sempre fiz uso desta. Continue lendo

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Exército Brasileiro – Armas de ComunicAÇÕES

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