Mercado para Consultoria Doméstica em Informática

Em função de algumas divergências sobre A coragem de cobrar caro, recupero

alguns dados de mercado. Esses números

refletem um trabalho de Inteligência da CD INFO e está associado a

quanto o cliente está disposto a pagar por serviços classe A. Continue lendo

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13 de Julho – Dia Mundial do Rock

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Fatura em nome de Vadia. E tu Kuemel, o qui Kueres?

NET TROCA GRAFIA DE BATISMO DA CLIENTE QUE RECLAMOU DO ATENDIMENTO.

Comentário do QUEMEL: Eu tive mais sorte. Após discutir várias vezes com as amáveis atendentes da NET e de outros provedores (Qué Mel, Kemmel, Kuemel, Quênio, Kêmio, Kenel…), desisti e cancelei o serviço. Agora utilizo os serviços da “POMBO NET”.

A Net trocou o nome de uma cliente de Sorocaba (SP) na fatura de cobrança. O fato poderia ser considerado um simples equívoco, não fosse um detalhe: “Katia” virou “Vadia”, e isso pouco depois de ela discutir com uma atendente da empresa por telefone.

O caso começou em 16 de junho, quando Katia Nogueira ligou para a Net para renegociar uma dívida. Ela diz que foi orientada a pagar a fatura de junho para que o sinal de internet e TV a cabo não fossem interrompidos, mas que, no dia seguinte ao pagamento, o acordo foi descumprido.

Katia diz que ligou de novo. “Ela [a atendente] disse que eu não devia atrasar faturas e me deixou 24 minutos na linha até a ligação cair.”

Segundo ela, a atendente pediu várias vezes a confirmação de dados, mas não disse que o cadastro seria alterado. “Não gostei da forma como ela falou e posso ter respondido com má vontade, mas falei meu nome claramente”, afirmou.

No terceiro telefonema, diz, Katia conseguiu a renegociação e o sinal voltou. “Minha surpresa foi receber a conta, com o nome trocado. Cheguei a achar que era ‘Nadia’, mas depois entendi e me senti extremamente mal.”

A cliente registrou um boletim de ocorrência.


Dia 1º de julho, ela recebeu um pedido formal de desculpas da Net, além de flores e bombons, mas manteve o cancelamento do serviço. “Agora estou sem nada, mas com a dignidade”, afirmou.

Para o chefe da seção de fiscalização do Procon de Sorocaba, José Antonio de Oliveira Júnior, pode ter havido “exposição do consumidor ao ridículo”. “O fato de um cliente buscar seus direitos, mesmo que reclamando e sendo mais exigente, não autoriza a empresa ao constrangimento”, disse.

A Net informou, em nota, que solicitou o “imediato afastamento da funcionária do quadro de prestadores de serviço”. Disse ainda que notificou a empresa Contax, responsável pelo atendimento aos clientes, sobre a ocorrência, que diz “não tolerar”.

A Contax, por meio de sua assessoria, disse que lamenta o ocorrido e que demitiu a colaboradora, por ferir seu código de ética.

A empresa informou ainda que os colaboradores passam por um “intensivo processo de treinamento focado nas necessidades do cliente”.

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[Livro] O Renascimento do Profissionalismo

O renascimento do profissionalismoA situação das profissões na sociedade pós-industrial é avaliada por Freidson nessa seleção de artigos sobre a sociologia das profissões, buscando desenvolver uma teoria que tem no controle ocupacional do trabalho o seu eixo norteador. O interesse pelo tema decorreu da análise da profissão médica, feita pelo autor, anos antes da publicação deste livro, que reúne ensaios escritos ao longo de vinte anos.

O autor propõe o reexame de conceitos básicos, como o de divisão do trabalho e o princípio de autoridade administrativa, sustentando que os elementos essenciais do profissionalismo vêm assumindo outra forma, caracterizada pela hierarquia, a qual sujeita os profissionais ao controle das elites detentoras da autoridade técnica, administrativa e cultural, atribuições próprias das profissões no passado. O autor defende a idéia de que o profissionalismo é preferível a modos alternativos de organizar o trabalho profissional e sugere modos de fortalecer suas virtudes”.

O mais impressionante é que esse livro foi escrito na década de 1970. Profético, o livro desconstroi a metodologia usada para se conceber “as profissões do futuro”. Com as constantes modificações no mercado de trabalho, o que se pode concluir com a leitura do compêndio é que num futuro próximo, não haverá mais profissões. Com exceção daquelas mais tradicionais como Medicina, Direito e Engenharia, restarão apenas os profissionais, altamente qualificados, mas incluídos num grande exército de reserva, para horror de Karl Marx.

De tão denso a literatura, levei 18 meses para ler, estudar e compreender esse livro em forma de diamante bruto. A única certeza que deixou a leitura da pérola literária é que no futuro não vai sobreviver quem tiver pouco estudo, com ou sem diploma de graduação. Esse livro mostrará que ao invés de profissões do futuro, haverá espaço apenas para profissionais de futuro, qualquer que seja ele.

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[Entrevista] Por dentro da mente de Leonardo da Vinci

A versão final deste trabalho levou cerca de 24 meses para ser concluída. Custou uma pequena fortuna entre livros e viagens. O equivalente ao valor de um laptop de última geração. Incentivado pelo amigo e mentor literário Vicente Alves, tive a coragem de publicá-lo. Presto também uma homenagem à Universidade Católica de Brasília que me recebeu em seu corpo discente entre 2005 e 2010. Escrevendo para jornais e revistas desde 1999, foi um desafio retornar aos bancos acadêmicos e descobrir que nada sabia.

Meu ofício de “foca-aprendiz-de-jornalista” devo aos mestres pelos tijolinhos em forma de disciplinas que construiram minha fortaleza profissional: Lindalva Patrício, Alex da Silveira, Luiz Claudio, Luiza Mônica, Elias Rodrigues, Janara Kalil, Bernadete Brasiliense, Rafiza Varão, Florence Dravet, Liliana Ribeiro, Liliane Machado, João Curvelo, Ana Beatriz, Newton Scheufler, Aylê Salassiê, Sérgio de Sá e a todos os meus colegas do curso de Bacharelado em Comunicação Social (Jornalismo).

A entrevista passou a compor o Programa “Quem me ensina a trabalhar?” desenvolvido de 2004 a 2007 quando fui coordenador de estágio em Tecnologia da Informação e Comunicação no Tribunal de Contas da União (TCU). Neste período entrevistei e selecionei dezenas de estagiário(a)s, estudantes de cursos superiores, tais como Engenharia de Redes de Comunicação, Ciência da Computação, Engenharia de Software, Sistemas de Informação, etc.

Com a palestra “Estagiário, sim. Estagnário, não!” pude também orientar (com a ajuda do “Léo da Vinci”) os futuros candidatos aos processos de inserção no mercado de trabalho. [Baixe aqui a entrevista em formato PDF]

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Kemel, Kemmel, Kuemel, Quênio, Kêmio, Kenel, Keneo…


Vou codificar para você no Alfabeto Zulu. Ele é usado na aeronáutica brasileira. Escreve aê:

Quebec União Eco Mike Eco Lima

QUEMEL. Soletra aê, por favor!

Em morse (código usado pela Marinha): –.- ..- — . — . .-.. Fácil, não!

O mais difícil é con(vencer) os operadores de call center a escreverem meu nome correto. Certa vez passei raiva com um atendente, cujo nome lembrava aquele ser mitológico que teve as asas derretidas por voar próximo ao Sol.

Meu martírio começou às 12h25 (tudo devidamente gravado e documentado) pelo protocolo nº 92383073. O sr. “voador” é um dos milhares de brasileiros que adentram as portas do mercado de trabalho por intermédio do 1º emprego em Help Desk. Na mitologia tenta fugir da ilha de Creta (precarização do trabalho), mas é convencido a acreditar que ao sair não conseguirá coisa melhor.

Obrigados a trabalharem em condições adversas e com scripts pré-programados, são os infoproletários modernos. O caso mais assombroso aconteceu nas plagas do pequi. Lá, o Ministério Público do Trabalho aplicou uma multa de R$ 1 milhão à empresa que proibia os opera dores (desculpe-me pelo trocadilho infâme) de irem ao banheiro. Resultado: nas seis horas que ficavam sentando, os atendendes faziam xixi nas calças e saias, respectivamente.

Para não perderem o emprego (e salário miserável de R$ 628) muitas atendentes resolveram de forma inusitada o problema: usavam fraldas geriátricas. Foi quando a Procuradoria Regional do Trabalho da 18ª Região resolveu acabar com a farra. Fique Atento com esse tipo de trabalho!

Às 12h40 o operador mitológico descobriu o porquê do meu acesso negado à banda larga: o nick cadastrado era “kemel”, mas eu repeti:

Quebec União Eco Mike Eco Lima

QUEMEL. Soletra aê, por favor!

O resultado do diálogo foi surpreendente: o “ser mitológico” quis me con(vencer) que não haveria problema algum e ter um nick “kemel”, para ele, um mero detalhe técnico, pois o que importava era a autenticação “kemel@terra.com.br”.

Não acreditei no que estava ouvindo (e gravando), mas continuei dando a corda para o enforcamento. Tudo isso com a conivência do supervisor que ouvia tudo calado e ainda ratificava as sandices do operador.

O resultado? Às 16h fui ouvir outras gravações do provedor UOL. Lá, pelos menos o atendente escreveu certo:

Quebec União Eco Mike Eco Lima

QUEMEL. Soletra aê, por favor!

Éder fez um golaço. Conseguiu cadastrar meu nick/login logo na 1ª vez. O operador do UOL fez igual ao jogador de mesmo nome, cujos chutes na copa de 1982 ficaram conhecidos como canhões ou “Patada Atômica”. Eder, o outro, espancou o fantasma do “analfabestismo” digital.

Quanto ao outro operador, tive que cortar as “asas” do sem-noção. Pensava ele poder voar sem limites. Como na mitologia, se tivesse escutado os conselhos do pai (Dédalo) não teria se esborrachado num embate com um consumidor cidadão. Na lenda se esborrachou com o Sol.

Iberê Camargo, o artista brasileiro de renome internacional costumava dizer: “O brasileiro tem alma de escravo. Aquele que luta pelos seus direitos no Brasil é considerado um criador de caso”. Sou!

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ESE/Cap 28/Coletânea de preces espíritas/Por um suicida

Resgate por amor - Jesus ajudando um suicida VI – Por Um Suicida

71 – Prefácio – O homem não tem jamais o direito de dispor da sua própria vida, pois só a Deus compete tirá-lo do cativeiro terreno, quando o julgar oportuno. Apesar disso, a justiça divina pode abrandar o seu rigor, em virtude de certas circunstâncias, reservando, porém, toda a sua severidade para aquele que quis furtar-se às provas da existência. O suicida assemelha-se ao prisioneiro que escapa da prisão antes de cumprir a sua pena, e que ao ser preso de novo será tratado com mais severidade. Assim acontece, pois com o suicida, que pensa escapar às misérias presentes e mergulha em maiores desgraças. (Cap. V, nº 14 e segs.)

72 – Prece – Sabemos qual a sorte que espera os que violam a vossa lei, Senhor, para abreviar voluntariamente os seus dias! Mas sabemos também que a vossa misericórdia é infinita. Estendei-a sobre o Espírito de N…, Senhor! E possam as nossas preces e a vossa comiseração abrandar as amarguras dos sofrimentos que suporta, por não ter tido a coragem de esperar o fim das suas provas! Bons Espíritos, cuja missão é assistir os infelizes, tomai-o sob a vossa proteção; inspirai-lhe o remorso pela falta cometida, e que a vossa assistência lhe dê a força de enfrentar com mais resignação às novas provas que terá de sofrer, para repará-la. Afastai dele os maus Espíritos, que poderiam levá-lo novamente ao mal, prolongando os seus sofrimentos, ao fazê-lo perder o fruto das novas experiências. E a ti, cuja desgraça provoca as nossas preces, que possa a nossa comiseração adoçar a tua amargura, fazendo nascer em teu coração a esperança de um futuro melhor!. Esse futuro está nas vossas próprias mãos: confia na bondade de Deus, que espera sempre por todos os que se arrependem, e só é severo para os de coração empedernido.

Para ouvir a Prece por um suicida do cap. XVIII do Evangelho Segundo o Espiritismo, clique no Audio Player abaixo:

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

“[…] Enquanto não estivermos todos unidos aos corações que mais amamos não seremos completamente felizes. É por isso que, muitas vezes, quando os relógios apontam as seis horas da tarde, muitos de nós sentem suave melancolia, ou, dependendo do nosso problema, uma tristeza grande, porque essa é a hora em que Maria, mãe de Jesus, recolhe a súplica de todas as criaturas. É a hora em que até no Vale dos Suicidas o silêncio acontece. É a hora em que, no Hospital Maria de Nazaré, todos voltam o olhar para o chão, para implorar a proteção da mãe de Jesus ao seu recomeço”.
Fonte: Mayse Braga – Suicídio – Palestra realizada na Comunhão Espírita de Brasília

Para ouvir a Ave Maria de Gounoud na voz de Beniamino Gigli, clique no Audio Player abaixo:

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[Livro] Infoproletários – Degradação do trabalho virtual

“Infoproletários evidencia a associação oculta entre o uso de novas tecnologias e a imposição de condições de trabalho do século XIX em um dos setores considerados como mais dinâmicos da economia moderna, o informacional. Ao contrário do que é prometido pelos entusiastas deste novo segmento, os trabalhadores vivenciam uma tendência crescente de alienação do trabalho em escala global. A obra reúne uma série de ensaios que esquadrinham diferentes aspectos da rotina e do modo de vida daqueles que, apesar de frequentemente arruinarem suas vozes ao transformá-las em poderosos instrumentos de acumulação de capital, raramente são ouvidos.

A classe trabalhadora é retratada neste livro em duas representações polarizadas. De um lado, aparecem os operadores de telemarketing. Globalizados em sua relação social, totalizados em sua subordinação, monitorados em cada um de seus movimentos, punidos por cada infração às regras, resumem e simbolizam os novos trabalhadores atrelados ao resplandecente, porém inatingível, mundo do consumo. Sua imaginação é totalmente circunscrita e dirigida pelo capitalismo.

Já em outro extremo estão os aristocratas do cibertrabalho, os programadores de software, gabando-se e desfrutando de sua autonomia enquanto se movem em espiral pelo espaço e pelo tempo. Eles não são menos prisioneiros da própria individualidade, intoxicados por seu ilusório empreendedorismo.

Segundo Michel Burawoy, sociólogo que assina a orelha do livro, ”a obra aponta para a profunda transformação sofrida pela classe trabalhadora e o projeto de movimento internacional operário, ante os parâmetros verificados por Karl Marx em seu tempo. Apenas a articulação entre múltiplas identidades – de gênero, de nacionalidade, de raça, assim como de classe – forjadas em terrenos políticos que transcendam a produção imediata lhes permitirá se rebelar contra o mercado e desafiar o capital global – mas, mesmo assim, apenas em um grau limitado e de uma forma fragmentária. Essa é certamente a mensagem deste livro – que revela a experiência cotidiana vivida por essa nova classe trabalhadora globalizada ligada aos serviços”.

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A falênsia da comunicassão nos profissionais de TIC

Caro leitor, cara leitora, salve!

Esse texto foi produzido como exercício na disciplina de Redação Jornalistica II sob a supervisão da professora doutora Florence Dravet (Universidade Católica de Brasília).

A pegadinha do primeiro parágrafo comprovou a tese de Nicholas Carr em seu livro A geração superficial – O que o Google está fazendo com nossos cérebros. Afirma o autor que depois da Internet, as pessoas não leem mais do que 20 linhas.

O episódio com o estagiário foi verídico e aconteceu quando era coordenador de estágio entre 2004 e 2008. O estudante cursava Tecnologia da Informação em uma instituição de ensino superior no Distrito Federal.

O texto causou polêmica. Fui taxado de analfabeto e praticante do “analfabestismo” funcional. Leia até o fim e descubra o porquê!

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Por Luiz Henrique Quemel
Especial para o Correio Braziliense

Como fasso para ser um proficional de sucesso? Poço participar do processo de estágio? As duas orações não fazem parte de auguma obra de ficção, mas de tópicos postados em foruns de informática por adolescentes aspirantes às carreiras de tecnologia da informação. A maioria tem aver com orientação vocassional, mas grande parte está relacionada com informação proficional. Continue lendo

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[Livro] A Sociedade Informática – Adam Schaff

Quando li a primeira vez esse livro em 1996 pensei ter encontrado um futurólogo marxista que tinha encontrado a bola de cristal, a muito tempo embaçada pela gurulândia. O professor Schaff escrevera esses alfarrábios em 1982 para o Clube de Roma.

Quando (re)li em 2004, pensei: “esse livro não perderá a validade, nunca!”. Levei 11 anos para produzir uma resenha. Fui intimado pela professora Florence Dravet na disciplina Redação Jornalistica II. O livro é forte candidato a fazer parte da bibliografia básica das disciplinas Comunicação Digital, Políticas de Comunicação e Gestão da Informação.

Só resolvi fazer a resenha por que o livro é uma fenômeno editorial: todas as edições somem em poucos dias. A 4ª reimpressão feita em 2004, já era. E os ultimos sete exemplares disponíveis em Brasilia, comprei-os todos. Adoro presentear os amigos com livros. Recomendo a leitura para os estudantes de Serviço Social, Computação e também para professores e consultores. Foi nessa agradável leitura e releitura que finalmente consegui encontrar as carreiras profissionais de futuro: bastou perguntar ao homo studiosos, presente na segunda parte do livro.

E eu que pensava que o guru da nova cibernética digital era Nicholas Negroponte ou Pierre Lévy. Que nada, Adam Schaff dá de 10 a zero na turma!

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Missão do Homem Inteligente na Terra

“13. Não vos orgulheis por aquilo que sabeis, porque esse saber tem limites bem estreitos, no mundo que habitais. Mesmo supondo que sejais uma das sumidades desse globo, não tendes nenhuma razão para vos envaidecer. Se Deus, nos seus desígnios, vos fez nascer num meio onde pudestes desenvolver a vossa inteligência, foi por querer que a usásseis em benefício de todos. Porque é uma missão que Ele vos dá, pondo em vossas mãos o instrumento com o qual podeis desenvolver, ao vosso redor, as inteligências retardatárias e conduzi-las a Deus.

A natureza do instrumento não indica o uso que dele se deve fazer?
A enxada que o jardineiro põe nas mãos do seu ajudante não indica que ele deve cavar?
E o que diríeis se o trabalhador, em vez de trabalhar, erguesse a enxada para ferir o seu senhor?

Diríeis que isso é horroroso, e que ele deve ser expulso.

Pois bem, não se passa o mesmo com aquele que se serve da sua inteligência para destruir, entre os seus irmãos, a idéia da Providência?
Não ergue contra o seu Senhor a enxada que lhe foi dada para preparar o terreno?
Terá ele o direito ao salário prometido, ou merece, pelo contrário, ser expulso do jardim?

Pois o será, não o duvideis, e arrastará existências miseráveis e cheias de humilhação, até que se curve diante d’Aquele a quem tudo deve.

A inteligência é rica em méritos para o futuro, mas com a condição de ser bem empregada. Se todos os homens bem dotados se servissem dela segundo os desígnios de Deus, a tarefa dos Espíritos seria fácil, ao fazerem progredir a humanidade. Muitos, infelizmente, a transformaram em instrumento de orgulho e de perdição para si mesmos. O homem abusa de sua inteligência, como de todas as suas faculdades, mas não lhe faltam lições, advertindo-o de que uma poderosa mão pode retirar-lhe o que ela mesma lhe deu. Ferdinando. Espírito protetor, Bordeaux, 1862”.

“O Evangelho Segundo o Espiritismo”

Cap VII – Missão do Homem Inteligente na Terra

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[Livro] Linguística Computacional

A sugestão é o livro Linguística computacional: Teoria e prática, de autoria do doutor em Linguística Aplicada Gabriel Othero e do professor da PUCRS Sérgio Menuzzi. A obra introduz o leitor numa nova área da linguística, que tenta ensinar uma linguagem a uma máquina.

Em 128 páginas, é possível descobrir como fazer para que um computador entenda a linguagem natural, desenvolvendo corretores ortográficos e gramaticais mais confiáveis, tradutores automáticos e sistemas de busca mais precisos, além de programas de atendimento virtual mais naturais e completos.

O leitor irá descobrir muitos fatos curiosos sobre esse ramo e, ao mesmo tempo, será capaz de, ele mesmo, dar seus primeiros passos no desenvolvimento de programas computacionais que enfoquem o tratamento da língua portuguesa por computador. (Editora Parábola, 128 páginas).

Quando adquiri esse livro pela 1ª vez, custava R$ 15. Comprei 7 volumes e fiz um sorteio entre os estudantes de computação da Universidade Paulista (Unip) que assistiram minha palestra intitulada Carreiras Digitais: profissões do futuro ou de futuro? Quis repeti o feito na Universidade Católica de Brasília (UCB), mas a inflação fez o livro pular para R$ 27. Saiba mais

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O que eu estou lendo? Responsabilidade no Trabalho!

Nesta obra, apoiado pelos resultados do Projeto GoodWork, Howard Gardner mostra como a motivação, a cultura e as normas profissionais podem se cruzar produzindo um trabalho que é benéfico sob os aspectos pessoal, econômico e social.

Depois de ter lido o livro Trabalho Qualificado e ter feito as pazes com a profissão de jornalista, o prof. Howard Gardner e colaboradores novamente surpreendem-me com um novo trabalho. Acompanho-os desde o lançamento das Inteligências Múltiplas (1994).

Ao ler parte do livro que é colocado à disposição pela editora tive a certeza que valeria a pena adquirir um exemplar. Até agora só consegui ler dois capitulos, mas o livro vale cada centavo investido. Destaque até aqui para o cap. 2 que trata sobre o Ética do Cuidado e capítulo 6 (Colocando Deus Antes de mim).

E você, o que está lendo atualmente? Venha aqui compartilhar! No link abaixo você pode degustar o capítulo I do livro e se deliciar com a leitura [Leia mais]

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Quer combater crimes cibernéticos?

Ora, ora, depois do Mossad (המוסד למודיעין ולתפקידים מיוחדים), o serviço secreto israelense ter publicado em seu site uma seleção para agentes, chegou a vez do FBI, a polícia federal estadunidense.

O FBI está à cata de especialistas em computação. O salário inicial começa com US$ 56 mil dólares anuais e aumenta de acordo com a experiência e qualificação dos candidatos. Há ainda prêmios extras para os que possuírem “ misteriosas habilidades especiais”.

Para quem não quer quiser ir para a terra do Tio Sam é bom ficar de antenas ligadas. Saiu o concurso para Perito Criminal Federal – Área 3 – Computação Científica. Com salário maior do que o FBI (R$ 9.3 mil), um perito 3ª classe começa recebendo R$ 23 mil mensais de subsídio e depois de 13 anos de serviço passa para R$ 30 mil. [Leia mais]

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Revista Mente & Cérebro – O mito da autoestima

O mito da autoestima Armadilhas da autoestima

* Por Jennifer Crocker (professora de psicologia da Universidade do Estado de Ohio) e Jessica J. Carnevale (doutoranda em psicologia na mesma universidade).

Sinopse. Ao contrário do que costumamos ouvir, o caminho mais eficaz para desenvolver e preservar a autovalorização pode ser pensar mais nos outros.

Condicionar o sucesso de nossos projetos à confiança em si mesmo podem trazer mais problemas que benefícios.

Na contramão da literatura de autoajuda e dos pressupostos propagados pela mídia, em especial o mercado publicitário, o caminho mais eficaz para desenvolver e preservar a autovalorização parece ser pensar menos em si e mais nos outros. Estranho? Nem tanto…
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Comentário do QUEMEL: Muito interessante a abordagem das cientistas da Universidade do Estado de Ohio, pois corrobora com o sentimento de doação e amor ao próximo. É inédita a partir do momento em vai de encontro a uma situação cotidiana. Lembra quando a comissária de bordo inicia a apresentação dos procedimentos de segurança em aviões? Informa que em caso de despressurização da cabine, máscaras de oxigênio cairão automaticamente do teto. E recomenda que primeiro a máscara seja ajustada em você e somente depois quem estiver ao seu lado, seja criança, gestante ou idoso. Pode parecer egoísmo, mas trata-se de cumprir as máximas do Cristo quando disse: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo”.

Jesus Cristo não disse que deveríamos amar as pessoas mais e nem menos. Disse: tanto quanto.

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[Livro] Decifradores de Códigos

Uma outra guerra, silenciosa e terrivelmente tensa, correu paralela à Segunda Guerra Mundial. Foi a guerra da espionagem e das comunicações, quando o sucesso muitas vezes dependia da captura de informações secretas e muito bem protegidas.

Mensagens escritas transmitidas clandestinamente, sinais, códigos praticamente impossíveis de serem desvendados ou meses de escuta das transmissões de rádio – nesse mundo subterrâneo, alvo de sabotagens de toda ordem, os operadores lutavam para obter um conhecimento vital dos planos do inimigo e, com eles, abastecer os comandantes militares e agentes secretos em todo o mundo, desesperados para se infiltrarem nas linhas inimigas.

Com relatos empolgantes, de tirar o fôlego, e uma pesquisa histórica reveladora, Decifradores de Códigos revela e celebra os feitos extraordinários de homens e mulheres comuns que foram, eles também, verdadeiros heróis de guerra. Confira a história de heróis anônimos que sempre operaram no silêncio!
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Comentário do QUEMEL. Se os integrantes do anonimato tivessem usado o “Pombo NET” não teriam sido interceptados. Se nem o Dick Vigarista conseguiu pegar o pombo-correio Doodle, imagina se alguém usuaria uma tecnologia de comunicação tão antiga, mas segura.

Se até aquela caderneta que você esconde debaixo do colchão contendo todas as suas senhas de um paraiso fiscal foi descoberto pela diarista Marinete e vendido por milhares de dolares, o único lugar seguro para guardar segredo será a nossa mente. Até quando, seria a próxima fronteira.

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[Para decifrar] Kraftwerk – Numbers: Codex -> Steganografia

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[Livro] O Livro dos Códigos

Autor do bestseller “O último teorema de Fermat”, Simon Singh apresenta a história da arte de escrever segredos desde o Antigo Egito.

Narra, também, a luta entre criadores e decifradores de códigos, começando quinhentos anos antes de Cristo e chegando até hoje, quando a criptografia é usada na Internet.
Este livro traça o fascinante desenvolvimento da criptografia desde a espionagem militar na Grécia antiga às modernas cifras de computador, revelando como a notável ciência da criptografia modificou o curso da história.

Além de claras demonstrações matemáticas, linguísticas e tecnológicas de vários tipos de códigos, traz ilustrações das personalidades que estavam por trás deles – heróis e vilões.

Leitura obrigatória para estudantes de jornalismo e profissionais da mídia. Indispensável para se “descriptografar” a guerra de informações publicada em forma de reportagens, citações e artigos. O livro é um verdadeiro guia de como não se transformar num “inocente útil”.

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O soldado que piscou em Código Morse a palavra “tortura”

Em 18 de julho de 1965, o oficial estadunidense Jeremiah Andrew Denton Jr. participava de uma missão de bombardeio no Vietnã quando seu avião foi derrubado.

Ele e seu copiloto, Bill Tschudy, foram capturados.

Levados a um campo de prisioneiros de guerra nos arredores de Hanói, passaram a sofrer maus tratos e confinamento.

Em 1966, Denton se viu obrigado a dar uma entrevista para a televisão vietnamita. Foi, então, quando ele, engenhosamente, conseguiu passar aos serviços de inteligência dos Estados Unidos a informação de que ele e outros prisioneiros de guerra estavam sendo submetidos a torturas.

Enquanto respondia as perguntas, Denton, simulando sensibilidade à iluminação, por diversas vezes piscou em Código Morse a palavra T-O-R-T-U-R-E (tortura).
T _
O _ _ _
R . _ .
T _
U . . _
E .
Transmitida pela televisão estadunidense, em 17 de maio de 1966, a entrevista foi a primeira confirmação de que os prisioneiros de guerra estavam sendo torturados no Vietnã.

Abaixo o vídeo com um trecho da entrevista em que se vê como Denton passou a sua informação

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[InsTrUTOR] Plano de aula de informática

Quando comecei a ministrar aulas de informática pensei que poderia usar os mesmos métodos para diferentes públicos. A aula que ministrava para adolescentes não se adaptava para os adultos, que por sua vez nem chegava a motivar idosos. Tive que aperfeiçoar os objetivos instrucionais.

Foi quando me socorri do método de alfabetização de adultos do educador Paulo Freire. A partir daí, as aulas começaram a atingir seus objetivos. Ao adaptar os objetivos instrucionais com o método do grande educador é que as aulas de introdução à informática tornaram-se sessões de divertimento. Nunca mais abandonei a estratégia, fosse aula de banco de dados ou economia de serviços.

Ainda lembro da aula que ministrei sobre os componentes do computador. Editei um jornalzinho e publiquei nos classificados a venda de dois computadores de configurações diferentes. Solicitei que a turma escolhesse o melhor computador. O que eu planejara meticulosamente, acontera de fato: eles escolheram o PC on board como se fosse o melhor. Continue lendo

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O futuro do estágio: você está preparado(a)?

“Poucas pessoas sabem onde é o seu lugar, que espécie de temperamento e de pessoa realmente são. Poucas se perguntam: “Será que eu trabalho bem com as pessoas ou sou um solitário?”, “Quais são os meus valores?”, “Qual é o meu objetivo?”, “Onde é o meu lugar?”, “Qual a minha contribuição?”

E isso, como eu já disse, não tem precedentes. Os grandes realizadores sempre se fizeram essas perguntas. Leonardo da Vinci tinha um caderno cheio de perguntas que fazia a si próprio.

Os super-realizadores sempre souberam quando deviam dizer “não”. E sempre sabiam qual o seu objetivo e onde deviam se situar. Foi isso que os tornou super-realizadores. E agora todos nós temos de aprender a fazer a mesma coisa.

O que não é muito difícil, pois o segredo – como Leonardo fazia – é tomar notas e depois conferir o que se escreveu. Cada vez que se realiza algo importante, deve-se escrever o que se espera que aconteça. “Quais são os resultados dessa decisão?” E você, está se preparando? [Saiba mais – Formato PDF]
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(Comentário do QUEMEL: quem conseguir ler o texto até o fim, poderá ter excelente surpresa. Tipo: como-obter-experiência-profissional-sem-nunca-ter-tido-um-emprego-formal.)

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Estratégia de contrainteligência é tudo!

Um velho vivia sozinho em Belém do Pará. Ele queria cavar seu jardim, mas era um trabalho muito pesado. Seu único filho, que normalmente o ajudava, estava na penintenciária de Americana. O velho então escreveu a seguinte carta ao filho, reclamando de seu problema:

“Querido Filho, estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo porque sua mãe sempre adorava a época do plantio depois do inverno.

Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar com o jardim, pois está na prisão. Com amor, Papai.”

Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama:

“Pelo Amor de Deus, papai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos”.

Às seis da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes da policia civil, federal e policiais militares apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo.

Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.
Esta foi a resposta:

“Pode plantar seu jardim agora, papai. Isso é o máximo que eu posso fazer no momento.”

Estratégia de contrainteligência é tudo para um técnico em informática, instrutor, professor, administrador, psicólogo, assistente social, consultor, jornalista, etc, etc e etc…

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[insTrUTOR] Envio manual de e-mail no Outlook 2016

Quemel insTrUTOR corporativo O curso é sobre gerenciamento de informações e atividades. Em 40 horas aprendemos a controlar agendas, compromissos, eventos, tarefas e a administrar melhor nosso tempo.

Iniciamos o semestre utilizando o material didático do Outlook 2007 e fomos surpreendidos pela migração para o Outlook 2016.

O que fazer? Não tivemos problemas, pois não importa qual software se utiliza. O mais importante é aprender a filosofia do aplicativo. Continue lendo

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ESE/Cap 28/Coletânea de preces espíritas/Por um suicida

Resgate por amor - Jesus ajudando um suicida VI – Por Um Suicida

71 – Prefácio – O homem não tem jamais o direito de dispor da sua própria vida, pois só a Deus compete tirá-lo do cativeiro terreno, quando o julgar oportuno. Apesar disso, a justiça divina pode abrandar o seu rigor, em virtude de certas circunstâncias, reservando, porém, toda a sua severidade para aquele que quis furtar-se às provas da existência. O suicida assemelha-se ao prisioneiro que escapa da prisão antes de cumprir a sua pena, e que ao ser preso de novo será tratado com mais severidade. Assim acontece, pois com o suicida, que pensa escapar às misérias presentes e mergulha em maiores desgraças. (Cap. V, nº 14 e segs.)

72 – Prece – Sabemos qual a sorte que espera os que violam a vossa lei, Senhor, para abreviar voluntariamente os seus dias! Mas sabemos também que a vossa misericórdia é infinita. Estendei-a sobre o Espírito de Fulano, Senhor! E possam as nossas preces e a vossa comiseração abrandar as amarguras dos sofrimentos que suporta, por não ter tido a coragem de esperar o fim das suas provas! Bons Espíritos, cuja missão é assistir os infelizes, tomai-o sob a vossa proteção; inspirai-lhe o remorso pela falta cometida, e que a vossa assistência lhe dê a força de enfrentar com mais resignação às novas provas que terá de sofrer, para repará-la. Afastai dele os maus Espíritos, que poderiam levá-lo novamente ao mal, prolongando os seus sofrimentos, ao fazê-lo perder o fruto das novas experiências. E a ti, cuja desgraça provoca as nossas preces, que possa a nossa comiseração adoçar a tua amargura, fazendo nascer em teu coração a esperança de um futuro melhor!. Esse futuro está nas vossas próprias mãos: confia na bondade de Deus, que espera sempre por todos os que se arrependem, e só é severo para os de coração empedernido.

Para ouvir a Prece por um suicida do cap. XVIII do Evangelho Segundo o Espiritismo, clique no Audio Player abaixo:

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“[…] Enquanto não estivermos todos unidos aos corações que mais amamos não seremos completamente felizes. É por isso que, muitas vezes, quando os relógios apontam as seis horas da tarde, muitos de nós sentem suave melancolia, ou, dependendo do nosso problema, uma tristeza grande, porque essa é a hora em que Maria, mãe de Jesus, recolhe a súplica de todas as criaturas. É a hora em que até no Vale dos Suicidas o silêncio acontece. É a hora em que, no Hospital Maria de Nazaré, todos voltam o olhar para o chão, para implorar a proteção da mãe de Jesus ao seu recomeço”.
Fonte: Mayse Braga – Suicídio – Palestra realizada na Centro Espírita Recanto de Maria

Para ouvir a Ave Maria de Gounoud na voz de Beniamino Gigli, clique no Audio Player abaixo:

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Esquerda ou Direita, eis a questão!

esquerda_direita_cerebro Confesso, sempre gostei de fazer malvadezas que mais confundiam do que explicavam. O melhor período foi entre 1993 e 1997 quando cursei Serviço Social na Universidade de Brasília (UnB).

Além de ser praticamente o único homem do curso, predominantemente feito por mulheres (cuidado, feministas, não sou preconceituoso!) ainda tinha que aguentar os neoesquerdistas-jacobinos convertidos de última hora ao encontrarem o “céu” lendo o Capital de Karl Marx. Em sua grande maioria jovens de classe media alta e rebeldes “reaças”

Era muito divertido frequentar as aulas de sociologia ora sendo de direita, ora de esquerda. Não era difícil ser “encaixado” como “reaça”. Bastava olhar a bibliografia que desfilava pelo minhocão (ICC) debaixo do meu braço: Milton Friedman, Friedrich von Hayek, Francis Fukuyama etc. Mas o cúmulo foi ter lido e comprado um exemplar de Fernando Bresser Pereira que versava sobre reforma administrativa. Quando já estava totalmente imerso e com a pecha de “reaça”, trocava o espectro ideológico.

Mudava a bibliografia e ia participar das aulas no departamento de economia: Karl Marx com seu volumoso O Capital e Cadernos do Cárcere de Antonio Gramsci faziam a loucura dos novos intelectuais burgueses. E como num passe de mágica convertia-me de “reacionário” para neojacobino. Era divertido explorar a obtusidade das pessoas.

Longe de ser apenas uma diversão, era uma estratégia aconselhada pela professora Ilma Rezende do departamento de Serviço Social que dizia ser a leitura e estudo das ideias divergentes a melhor forma de desconstruí-las.

Por isso quando encontro alguém de “Esquerda” pergunto se já estudou obras de Milton Friedman, Friedrich von Hayek, Francis Fukuyama, Roberto Campos ou quando de “Direita” a mesma pergunta para obras de Karl Marx, Antonio Gramsci dentre outros. Dependendo da resposta logo é percebido trata-se de mais um obtuso perdido entre a direita bandida e a esquerda corrupta ou se preferirem entre a direita corrupta e a esquerda bandida…KKK*

* Fui acusado certa vez por um esquerdopata-neojacobino-cheguevarista de ser um “reaça” com minhas risadas no Facebook. O “idiota-após-graduado” afirmou que minha risada era uma “especial simpatia” pela Ku Klux Khan (KKK), movimento de extrema direita que “ex-terminava” negros. Acredite, a idiotice tem lado!

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[Romance – O Crepúsculo do Dragão] Pulsação Narrativa!

Era oito do oito de 2008. Jorge Arthur Mohammed sentiu um cansaço e tremedeira nas mãos. À medida que as afastava do teclado, mais tremia e a vista embaçava.

Foi parar na emergência do Hospital das Forças Armadas (HFA). Fez a ficha e aguardou a vez de ser atendido. A porta do consultório se abriu e um senhor de barbas brancas e olhos azuis convidou-o a entrar. Por que a gente sempre tem a impressão que já conhece as pessoas?

O médico questionou os motivos da visita. O agente da Unidade de Crimes Tecnológicos (Technology Crime Unit – TCU) falou sobre as câimbras, sede em excesso e incontinência urinária. O médico pegou o esfigmomanómetro e disse:

– Há muita pressão. Isso é Pulsação Narrativa. Você precisa escrever meu filho!

– Pulsa… o quê? Gaguejou, atropelando as palavras. Ele devia estar brincando, pensou.

E estava mesmo. Sorriu, pegou o polegar direito de Jorge Arthur e espetou uma espécie de caneta com agulhas. O sangue apareceu de forma tímida. Foi o suficiente para inseri-lo num pequeno equipamento digital.

– E além disso, está com a glicose muito alta, diagnosticou o médico.

Sentou-se e começou a rabiscar. Parecia estar prescrevendo uma receita ou um atestado médico. Entregou os dois papeis e o profissional dos bytes sem enxergar muito bem devido à cirurgia nos olhos (lasik) recente, pegou e saiu.

Entrou na farmácia para aviar as duas receitas. A moça olhou e devolveu uma. Disse que não vendia ali. Notou um olhar meio desconfiado, como a esconder uma risada incontida. Jorge Arthur guardou a caixa de Cloridato de Metformina (genérico para Glifage XR500) e se dirigiu a outra farmácia.

Entregou a outra receita, muito maior e com mais itens. A moça riu e disse-lhe:

– Senhor, não vendemos livros aqui!

Retornou para casa e com uma lupa de grande ampliação leu: Continue lendo

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[Studio 97 by DJ Henrique Beethoven] A música no cérebro: o poder de cura.

violino Existirá melhor tratamento do que aquele que realmente funciona, só apresenta efeitos colaterais positivos e, além disso, pode representar um puro deleite? Esse é o “milagre da música”, quando aplicada com a intenção de cura

Por Steve Toll and Linda Bareham (*)

Está demonstrado que a música é capaz de ajudar a reorganizar o cérebro: um atributo vital para os que sofrem do mal de Alzheimer. Para pacientes de Alzheimer e de outras moléstias do gênero, após vinte minutos de música, como regra, já podem ser observadas respostas positivas como o canto, o acompanhamento rítmico com os pés, os aplausos com as mãos. Estudos mais recentes mostram que os resultados de uma sessão de musicoterapia perduram por muitas horas. Os resultados positivos incluem elevação do estado de espírito, incremento da sociabilidade e do apetite, e redução da agitação. Tais benefícios são atribuídos à estimulação que o cérebro recebe durante a sessão de musicoterapia. Foi esse “treinamento cognitivo” que nos inspirou, como musicoterapeutas, a cunhar a frase “O que o exercício físico representa para o corpo, a música representa para o cérebro”. O poder da música com frequência também inspira movimentos do corpo e pode ser usado para encorajar a prática de exercícios físicos moderados. Continue lendo

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[Livro] Simplesmente Bipolar, Darian Leader

arte_SimplesmenteBipolar.inddCom prosa simples e fluente, destinada tanto aos especialistas quanto ao público geral, o autor de O que é loucura? critica a generalização dos diagnósticos da bipolaridade.

Se o período pós-guerra foi chamado de “era da ansiedade”, e as décadas de 1980 e 1990 de “era dos antidepressivos”, vivemos agora em tempos bipolares. Medicamentos para estabilizar o humor são prescritos rotineiramente, sendo que as receitas para crianças aumentaram 400% na última década, enquanto os diagnósticos globais tiveram uma alta de 4.000%!

O que poderia explicar essa explosão da bipolaridade? Será um diagnóstico legítimo ou resultado do marketing das grandes empresas farmacêuticas? Darian Leader questiona a ascensão do “bipolar” como solução generalizada para problemas complexos e afirma que precisamos retomar uma compreensão mais profunda dos altos e baixos da mania e da depressão.

Com sua prosa fluente e descomplicada, o tarimbado psicanalista inglês apresenta o tema de forma que leigos e especialistas possam compreender a fundo a discussão proposta.
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Comentário do QUEMEL: Um livro apaixonante. A forma como o conteúdo é apresentado e os conceitos antes difícies são explorados com uma linguagem simples e clara. Você também irá se apaixonar pela abordagem do psicanalista Darian Leader.

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Salve Santo Isidoro de Sevilha, padroeiro dos internautas!

Santo Isidoro de Sevilha Hoje, 4 de abril comemora-se o dia do padroeiro dos usuários da Internet, Santo Isidoro de Sevilha.

Em março de 2000, o Serviço de Observação da Internet, sob a inspiração do Conselho Pontifício para a Comunicação Social, do Vaticano, resolveu apoiar o nome do santo para ser o patrono da Internet.

Santo Isidoro de Sevilha, foi indicado por ter escrito uma enciclopédia em 20 volumes, as “Etimologias”, que tratam de tudo que se conhecia em sua época (século VI), desde gramática até pássaros, de animais e medicina, de construção de estradas a moda e mobília, bem como meditações teológicas sobre a Divindade.

Ele descobriu também um sistema de pensamento, chamado de “flashes”, e ainda tido como coisa muito moderna. Seria o Google daquela época.

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Cartas a um jovem instrutor de informática: aula particular

Caro colega, salve!
você me agradece pelos conselhos que recebeu aqui nesse blog e aproveita para informar que sua nova ocupação como instrutor de informática corporativa segue em plena ascensão. Fico prá lá de satisfeito e ao mesmo tempo lisonjeado pelo novo pedido: como se tornar um instrutor particular

Fique tranquilo! Você como técnico em informática autodidata possui as melhores possibilidades para continuar nesse ofício e reune as habilidades necessárias de comunicação para o novo desafio. Mas, para tudo deve haver método & metodologia.

Quando comecei a ministrar aulas particulares de informática (personal trainner digital) em 1995 para crianças, jovens adolescentes, adultos e idosos, usava um método simples.

Consistia num modelo usado na 2ª guerra mundial que acelerava o treinamento de novos funcionários na industria de material bélico.

Era composto de três passos:

1º Eu faço, eu te explico.
2º Tu me explicas, eu faço.
3º Tu fazes, tu me explicas.

Desenvolvi algumas ideias sobrevivência para o instrutor particular de Informática. Na verdade uma (re) construçao do excelente livro Manual de Sobrevivência Para o Professor Particular [de Idiomas]. A partir de formulários do livro criei o LNTP (Levantamento de Necessidades de Treinamento Particular). Sugiro que você adquira um exemplar e também o reconstrua dentro de suas possibilidades e vivência profissional. Segue abaixo a sinopse do material.

SINOPSE. “As principais questões com as quais se defronta o professor particular de idiomas são abordadas por este livro de forma leve e bem humorada acompanhadas de sugestões das mais didáticas às mais práticas, para ajudar o cotidiano do professor. Sugestões de atividades, de correção e avaliação assim como de planejamento e acompanhamento e até mesmo dicas de como abordar o delicado tema do pagamento. Um instrumento de grande utilidade para o professor particular de idiomas”.

Abração e boa $orte,
Quemel

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