Espionagem, não. Inteligência, sim!

Em 1997 tomei contato por intermédio de um artigo na Revista Exame intitulado “Cuidado, um araponga pode estar de olho no seu negócio” com o conceito de Inteligência Competitiva.

À época, a única empresa a possuir um departamento específico era a Coca-Cola. Seu diretor, uma ex-membro da Comunidade de Informações, aconselhou-me a estudar e participar do que seria no futuro um grande mercado para profissionais de diversas áreas.

Desde então tenho me dedicado ao tema. Quando foi ciada em 15 de abril de 2000, a Associação de Analistas de Inteligência Competitiva (ABRAIC) criou o Curso de Inteligência Competitiva. Não só fiz o curso, como também me tornei um associado. Das fontes que conquistei, as melhores pautas provinham de seus sócios.

17 anos depois e com a explosão da internet, conhecer a metodologia de Inteligência Competititiva pode significar a perpetuação do seu empreendimento, seja como empresa de qualquer porte ou apenas como prestador de serviços, assim chamados os novos microempreendedores individuais (MEI). Saiba mais em A nova indústria da espionagem explora o consumo

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