Livro: A Cabeça bem-feita, de Edgar Morin

A cabeça bem feitaRepensar a reforma
Reformar o pensamento

Este livro é dirigido a todos, mas poderia ajudar particularmente professores e alunos. Gostaria de que estes últimos, se tiverem acesso a este livro, e se o ensino os entedia, desanima, deprime ou aborrece, pudessem utilizar meus capítulos para assumir sua própria educação.
Edgar Morin.

Sinopse. Reformar o pensamento para reformar o ensino e reformar o ensino para reformar o pensamento é o que preconiza Edgar Morin. Na linha da reforma do pensamento, ele propõe os princípios que permitiriam seguir a indicação de Pascal- ‘Considero impossível conhecer as partes sem conhecer o todo, tanto quanto conhecer o todo sem conhecer, particularmente, as partes…’. Esses princípios levam o pensamento para além de um conhecimento fragmentado que, por tornar invisíveis as interações entre um todo e suas partes, anula o complexo e oculta os problemas essenciais; levam, igualmente, para além de um conhecimento que, por ver apenas globalidades, perde o contato com o particular, o singular e o concreto. Eles permitem remediar a funesta desunião entre o pensamento científico- que desassocia os conhecimentos e não reflete sobre o destino humano- e o pensamento humanista- que ignora as conquistas das ciências, enquanto alimenta suas interrogações sobre o mundo e sobre a vida.
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(Comentário do QUEMEL: a recomendação de Morin (em itálico) dispensa quaisquer comentários. Ainda sim, recomendo uma leitura atenta ao capítulo 5 – ENFRENTAR A INCERTEZA (Aprendendo a viver, continuação). Cada vez mais os jovens estão perdidos em relação à escolha profissional. Estão paralisados frente às inumeras opções, principalmente as profissões (glamourizadas) relacionadas com Informática e Computação.

Certo jovem chegou ao cúmulo de justificar sua indecisão devido ao fato que de nada adiantaria aprender PHP 5, se essa linguagem de programação estaria defasada em alguns anos. Pode até ser, mas ter aprendido Fortran77 na década de 1980 na UFPA (DeckSystem 1091 – Digital) e dBASEIII na década de 1990 no SENAC, facilitou em muito minha breve carreira como programador Clipper (1990 a 1994) e depois na passagem para o SGBD MS-Access 2.0. Com uma sólida formação em lógica e algoritimo não foi difícil migrar para a área de redes de computadores (tanto infra-estrutura como servidores.)

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