Ser Paraense é…

• Tomar Açaí sem açúcar
• Jamais comer Manga com febre
• Ter um Natal em outubro e outro em dezembro
• Ver se ninguém ta olhando, e juntar uma Manga que caiu
• Ser devoto fervoroso de Nossa Senhora de Nazaré
• Ir aos domingos com os filhos na Praça da República
• Já ter ido alguma vez na Corda do Círio
• Acreditar no poder terapêutico dos Banhos e Garrafadas
• Comer peixe frito com Pimenta de Cheiro no Ver-o-Peso
• Ter habilidade para subir num Açaizeiro
• Sentir-se um ser do Rio e da Floresta
• Ir as lágrimas quando vê passar a Berlinda
• Ter uma Estrela Azul e solitária em sua Bandeira
• Reclamar do preço do Açaí, mas comprá-lo todo dia
• Comer “quase tudo” com Farinha
• Trazer no sangue o rítimo do Carimbó, Siriá e Marujada
• Participar com chapéus coloridos do Arraial do Pavulagem
• Passear na Estação das Docas apreciando na Baía de Guajará
• Dirigir quilômetros para tomar água de coco em Icoaraci
• Ir bem mais longe comer uma tapioquinha em Mosqueiro
• Ter as roupas perfumadas por Patchuli
• Ficar feliz ao encontrar Paraenses fora do Estado ou País
• Achar que tudo que é bom é, Pai D´Égua
• Tomar uma cuia de Tacacá no calor insuportável das três da tarde
• Almoçar Maniçoba e Pato no Tucupi no dia do Círio
• Chupar uma manga até o caroço
• Danças música do Pinduca após o listão do Vestibular
• Ter orgulho do maior e mais belo Círio do mundo
• Ter o parabrisa do carro quebrado por uma manga
• Se empanturrar de Pupunha com café
• Encher um paneiro com Manga depois do toró
• Falar Égua a toda hora e a todo instante
• Adorar, como EU, vadiar pela cidade que ama: Belém

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2 respostas para Ser Paraense é…

  1. Esqueceu de mencionar:

    * Juntar ouriço de castanhas do Pará após a chuva
    * Comer o caranguejo inconfundível do Pará

    Parabéns Luiz, seu blog é um grande arquivo

    Abraços,
    Paulinho

  2. Izar Avelino Pereira Júnior disse:

    Bom dia, Quemel!
    Conheci seu blog “somente hoje” e gostaria de expressar minha satisfação em te conhecer. Esse texto fez despertar em mim um “sentimento” que a muito tempo não sentia em meu coração, o de ser PARAENSE (sou de Marabá, a 30 anos no centro-oeste)!

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