Técnico, há futuro no teletrabalho?

Comecei a estudar sobre o trabalho remoto, home based, telecommuter e SoHo em 1996.

Uma pesquisa do Gartner Group realizada em setembro de 1999 e publicado na revista INFO dava conta que um teletrabalhador custava às empresas cerca de US$ 10 mil por ano.

Fui atrás dos motivos é descobri um deles: o péssimo serviço de suporte técnico em domícilio. Não é à toa que 15 anos depois os chamados para atendimento em domicílio de pessoas que usam a modalidade do teletrabalho quadruplicaram.

Em alguns órgãos públicos o teletrabalho é feito encima de metas 20% superiores ao trabalho presencial A desvantagem é que toda a infra-estrutura é responsabilidade do teletrabalhador. Com isso surge um novo mercado para os técnicos de hardware: manutenção de note/net/ultrabooks e tablets.

Será que haveria mercado para um profissional denominado consultor doméstico em informática – CD INFO? Descubra na reportagem publicada em 2009

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Publicado em 29 de Março de 2009

Deu na Computerworld

São Paulo – Segundo pesquisa da Microsoft, especialistas acreditam em expansão e evolução do trabalho remoto neste ano.

“De acordo com o estudo “2009 Microsoft SMB Insight Report”, quase metade das empresas brasileiras (49,6%) acredita que o número de trabalhadores remotos vai aumentar em 2009. O índice é menor do que o registrado nas PMEs do Canadá (72%), Estados Unidos (69%) e Reino Unido (63%), mas está bem acima do percentual de organizações da França com a mesma crença (24%).

Acompanhando a tendência do aumento de teletrabalho, o estudo aponta ainda que 58% dos membros da comunidade mundial “Especialistas Microsoft para Pequenas e Médias Empresas” acreditam que a responsabilidade dos trabalhadores remotos deve aumentar em 2009, enquanto 35% opinam que não haverá mudanças. Apenas 7% crêem na redução do papel desses colaboradores.

Com o aumento da demanda por teletrabalho, a tendência é de ampliação também das tecnologias móveis. Com isso, 67% dos especialistas acreditam que 2009 será um ano de aumento da oferta de soluções para mobilidade, 27% não vêem mudanças e somente 6% acreditam na redução.

O estudo apontou ainda que 55% das PMEs devem manter investimentos em tecnologia da informação em 2009. Dentre os entrevistados, 22% acreditam que investir em tecnologia da informação é uma maneira de lidar com a crise econômica e 40% dizem ter intenção em aportar recursos para reduzir custos ou otimizar processos”.

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