Crime virtual e castigo real

Luiz Henrique Quemel
Especial para o Correio

Industria de softwares piratas inclui códigos maliciosos nas cópias brasilienses de um dos antivírus mais populares, o Norton

Quando você compra um antivírus top de linha, segue corretamente cada passo da instalação e faz todas as atualizações necessárias na internet, você parte do pressuposto que sua máquina vai estar protegida contra qualquer ameaça virtual, mesmo que o software seja pirata. Afinal, é apenas uma cópia do original. Certo? Estaria se não fosse o fato de quem fez as cópias ter modificado “geneticamente” o programa e inserido um cavalo de tróia que abre não só um buraco, mas uma verdadeira cratera no seu sistema. Baixe a versão completa da matéria (formato PDF) nos links ao lado => [Capa] [Pag3]
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Comentário do QUEMEL: Montei um honeypot para iniciar os trabalhos de investigação. A matéria teve seu início em 2004. 10 anos depois permanece atual. Duvida? De onde você acha que veio o cavalo de tróia (programa malicioso que rouba dados) após ter instalado aquela cópia pirata da Adobe? Pois é, quando você aciona o keygen (código gerador de licenças), nem imagina que várias chaves foram inseridas no Registro do seu computador. O PC tornou-se agora um queijo suiço, devido a vários furos de segurança e portas abertas. Quando você se conecta para receber uma e-licença, na verdade o tráfego e interceptado e direciona as informações para os bandidos, vulgo crackers.

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