Revista Mente & Cérebro – O mito da autoestima

O mito da autoestima Armadilhas da autoestima

* Por Jennifer Crocker (professora de psicologia da Universidade do Estado de Ohio) e Jessica J. Carnevale (doutoranda em psicologia na mesma universidade).

Sinopse. Ao contrário do que costumamos ouvir, o caminho mais eficaz para desenvolver e preservar a autovalorização pode ser pensar mais nos outros.

Condicionar o sucesso de nossos projetos à confiança em si mesmo podem trazer mais problemas que benefícios.

Na contramão da literatura de autoajuda e dos pressupostos propagados pela mídia, em especial o mercado publicitário, o caminho mais eficaz para desenvolver e preservar a autovalorização parece ser pensar menos em si e mais nos outros. Estranho? Nem tanto…
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Comentário do QUEMEL: Muito interessante a abordagem das cientistas da Universidade do Estado de Ohio, pois corrobora com o sentimento de doação e amor ao próximo. É inédita a partir do momento em vai de encontro a uma situação cotidiana. Lembra quando a comissária de bordo inicia a apresentação dos procedimentos de segurança em aviões? Informa que em caso de despressurização da cabine, máscaras de oxigênio cairão automaticamente do teto. E recomenda que primeiro a máscara seja ajustada em você e somente depois quem estiver ao seu lado, seja criança, gestante ou idoso. Pode parecer egoísmo, mas trata-se de cumprir as máximas do Cristo quando disse: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo”.

Jesus Cristo não disse que deveríamos amar as pessoas mais e nem menos. Disse: tanto quanto.

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